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dc.contributor.advisorDe Sousa, Vanessa Patrícia Soares-
dc.contributor.authorSantos, Beatriz Azevêdo-
dc.date.accessioned2019-12-09T12:41:25Z-
dc.date.available2019-12-09T12:41:25Z-
dc.date.issued2019-10-31-
dc.identifier2014049553pt_BR
dc.identifier.citationSANTOS, Beatriz Azevedo dos. Análise do empoderamento de mulheres grávidas atendidas na Atenção Primária a Saúde. 2019. 21 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi, RN, Santa Cruz, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9809-
dc.description.abstractIntroduction: During pregnancy, women need information and knowledge that bring them autonomy and power to make choices that influence their health. Therefore, during pregnancy, the empowerment of pregnant women should be developed. Objective: To analyze the empowerment of pregnant women attended at the Basic Health Units (BHUs) of Santa Cruz / RN. Methodology: Cross-sectional study conducted with 48 pregnant women attended at the UBS's in Santa Cruz / RN. The participants were evaluated at home, at the BHU facilities or at the FACISA / UFRN Clinical School of Physiotherapy. For data collection we used a sociodemographic form and questions related to gynecological and obstetric history, as well as the Empowerment Scale for Pregnant Women questionnaire. In the statistical analysis, the following tests were used: Shapiro-Wilk (testing the normality of quantitative variables), Student's t-test for independent samples (comparing empowerment between nulliparous and multiparous) and ANOVA One Way (comparing empowerment between quarters). gestational). Statistical significance was considered when p <0.05. Results: Most women were young adults with an average of 28.08 ± 5.11 years, had higher education (47.7%) and gestational age of 19.46 ± 7.80 weeks. Comparing the empowerment between nulliparous (74.86 ± 4.42) and multiparous (75.21 ± 5.03) there was no significant difference (p = 0.80). Similar results were found when comparing empowerment among women in the first (74.35 ± 4.17), second (74.70 ± 4.18) and third (77.25 ± 6.35) gestational trimesters (p = 0, 31). Conclusion: The results suggest that there is no difference in empowerment when comparing nulliparous and multiparous women and between different gestational trimesters.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectSaúde da mulher. Empoderamento. Gravidez.pt_BR
dc.subjectWomen's Health. Empowerment. Pregnancy.pt_BR
dc.titleAnálise do empoderamento de mulheres grávidas atendidas na Atenção Primária a saúdept_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Durante a gravidez, a mulher precisa obter informações e conhecimentos que lhe tragam autonomia e poder para realizar escolhas que influenciam a sua saúde. Por isso, durante a gestação, deve ser desenvolvido o empoderamento da gestante. Objetivo: Analisar o empoderamento de mulheres grávidas atendidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) de Santa Cruz/RN. Metodologia: Estudo transversal, realizado com 48 mulheres grávidas atendidas nas UBS’s do município de Santa Cruz/RN. A avaliação das participantes foi realizada em domicílio, nas dependências das UBS’s ou na Clínica Escola de Fisioterapia da FACISA/UFRN. Para coleta dos dados empregou-se uma ficha sociodemográfica e com questões relativas à história ginecológica e obstétrica, assim como, o questionário Empowerment Scale for Pregnant Women. Na análise estatística utilizaram-se os seguintes testes: Shapiro-Wilk (testar a normalidade das variáveis quantitativas), o teste T de Student para amostras independentes (comparar o empoderamento entre nulíparas e multíparas) e ANOVA One Way (comparar o empoderamento entre os trimestres gestacionais). Considerou-se significância estatística quando o valor de p<0,05. Resultados: A maioria das mulheres eram adultas jovens com média de 28,08±5,11 anos, apresentavam ensino superior (47,7%) e idade gestacional de 19,46±7,80 semanas. Comparando o empoderamento entre nulíparas (74,86±4,42) e multíparas (75,21±5,03) não houve diferença significativa (p=0,80). Resultados semelhantes foram encontrados ao comparar o empoderamento entre mulheres no primeiro (74,35±4,17), segundo (74,70±4,18) e terceiro (77,25±6,35) trimestres gestacionais (p=0,31). Conclusão: Os resultados sugerem que não há diferença no empoderamento, quando comparadas mulheres nulíparas e multíparas e entre diferentes trimestres gestacionais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
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