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dc.contributor.advisorAraújo, Eliene Silva-
dc.contributor.authorAmorim, Alice Andrade Lopes-
dc.date.accessioned2019-12-06T22:52:26Z-
dc.date.available2019-12-06T22:52:26Z-
dc.date.issued2019-11-29-
dc.identifier2016086743pt_BR
dc.identifier.citationAMORIM, Alice Andrade Lopes. Perda auditiva adquirida na infância: análise dos indicadores de risco. 2019. 43 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) – Departamento de Fonoaudiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9800-
dc.description.abstractAudiological monitoring is a crucial stage of the Hearing Health Care Program, aiming to identify and intervene early in progressive, acquired and/or late manifestation hearing loss in childhood. To analyze acquired hearing loss and/or delayed-onset hearing loss in infants and the relation with risk factors for hearing loss. This is a cross-sectional study involving 50 children, aged between five and 38 months, referred for audiological monitoring. The evaluation protocol was directed by the cross-check principle and tracked for electroacoustic, electrophysiological and behavioral tests. The most prevalent risks in this study were: premature infants associated by other risk (64%), stay in a neonatal intensive care unit above five days (54%) and low birth weight (44%). None of the evaluated children had permanent hearing loss, but among them 34% had conductive changes. 34 children (68%) were erroneously referred for audiological monitoring because they were not within the recommended age range and 12 (24%) for not having any actual risk factors. In addition, there was a delay in the development of localization auditory function, related to the occurrence of conductive changes and/or complaints of delayed language acquisition. In the studied population, there was no occurrence of permanent acquired hearing loss, regardless of the risk factors. On the other hand, there is the occurrence of reversible hearing loss and the possible influence on the development of hearing and language skills. As well as the number of children referred for unnecessary monitoring or who sought care at a non-recommended age, the relevance of education actions with health professionals and the community about audiological monitoring is inferred.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectIndicador de risco. Perda auditiva. Triagem.pt_BR
dc.subjectRisk Index. Hearing Loss. Screening.pt_BR
dc.titlePerda auditiva adquirida na infância: análise dos indicadores de riscopt_BR
dc.title.alternativeAcquired hearing loss in childhood: analysis of risk factorspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1Araújo, Eliene Silva-
dc.contributor.referees2Sumera, Moniane Aparecida-
dc.description.resumoO monitoramento audiológico é uma etapa crucial do Programa de Atenção à Saúde Auditiva, tendo como objetivo identificar e intervir precocemente nas perdas auditivas progressivas, adquiridas e/ou de manifestação tardia na infância. O objetivo deste estudo foi analisar a ocorrência de perdas auditivas adquiridas e/ou tardias e sua relação com os indicadores de risco para a deficiência auditiva (IRDA). Trata-se de um estudo transversal com a participação de 50 crianças com faixa etária entre seis e 38 meses de idade, encaminhadas para realização de monitoramento audiológico. O protocolo de avaliação foi direcionado pelo princípio cross-check e envolveu exames eletroacústicos, eletrofisiológicos e comportamentais. Os IRDA mais prevalentes nos encaminhamentos foram: prematuridade associada à outro fator de risco à perda auditiva (64%), permanência em unidade de terapia intensiva neonatal acima de cinco dias (54%) e baixo peso ao nascimento (44%). Nenhuma das crianças avaliadas apresentou perda auditiva permanente, porém, 34% apresentaram alterações condutivas. Da totalidade, 34 crianças (68%) foram encaminhadas erroneamente para o monitoramento audiológico por não estarem dentro da faixa etária recomendada e 12 (24%) por não apresentarem nenhum IRDA de fato. Além disso, constatou-se atraso no desenvolvimento da função auditiva de localização, relacionando-se à ocorrência de alterações condutivas e/ou queixas de atraso na aquisição de linguagem. Na população estudada, não observou-se a ocorrência de perdas auditivas adquiridas permanentes, independentemente do IRDA. Por outro lado, constata-se a ocorrência de perdas auditivas reversíveis e a possível influência no desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem. Diante da quantidade de crianças encaminhadas para monitoramento sem necessidade ou que buscaram atendimento em idade não recomendada, evidencia-se a relevância de ações de educação com profissionais da saúde e com a comunidade acerca do monitoramento audiológico.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFonoaudiologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.subject.cnpqFonoaudiologiapt_BR
dc.contributor.referees3Saters, Thaís Lenharo-
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PERDAAUDITIVAADQUIRIDANAINFÂNCIA_AMORIM_2019
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