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Title: Aspectos epidemiológicos da doença de Chagas no Agreste do Rio Grande do Norte: ocorrência de triatomíneos, infecção natural pelo Trypanosoma Cruzi e vigilância entomológica.
Authors: Negreiros, Christiane Carlos Araújo de
Keywords: Vigilância entomológica;Controle vetorial;Triatomíneos;Infestação;Colonização intradomiciliar
Issue Date: 6-Nov-2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: NEGREIROS, Christiane Carlos Araújo de. Aspectos epidemiológicos da doença de Chagas no Agreste do Rio Grande do Norte: ocorrência de triatomíneos, infecção natural pelo Trypanosoma Cruzi e vigilância entomológica. 2019. 29 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Departamento de Farmácia, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: Capturas de espécies endêmicas de triatomíneos infectados pelo Trypanosoma cruzi em ambientes antrópicos têm sido frequentemente registradas em zonas rurais do estado do Rio Grande do Norte (RN), Brasil. Contudo, alguns municípios da mesorregião Agreste não foram explorados quanto a este aspecto. Objetivo: Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência de triatomíneos nas unidades domiciliares (UDs) de zonas rurais da mesorregião Agreste do estado do RN, a infecção natural pelo T. cruzi, bem como a execução das atividades de vigilância entomológica (VE) e de controle químico. Método: Para isso, dados da Secretaria de Saúde Pública do RN referentes às capturas de triatomíneos no período de 2005 a 2015 no estado foram analisados quanto a VE, indicadores entomológicos, as espécies mais frequente e o controle químico. Resultados: Os resultados demonstraram que as atividades de VE foram realizadas em 58,1% (25/43) dos municípios, sendo mais frequentes em municípios de alto e médio risco para a transmissão do T. cruzi, os quais apresentaram o índice de colonização intradomiciliar mais elevados. A espécie mais encontrada foi T. pseudomaculata, em ambos os ambientes, intradomicílio e peridomicílio. Em relação à infecção natural pelo T. cruzi, o T. brasiliensis apresentou o maior índice, correspondendo a 2,8% (46/1636), seguido do T. pseudomaculata com 2,4% (35/1478); o índice global foi de 2,2% (92/4171). Conclusão: Estes resultados sugerem alerta de risco de transmissão vetorial, demonstrando a necessidade de se reforçar o sistema de VE e o controle nas UDs das zonas rurais de municípios da mesorregião Agreste do RN.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9592
Other Identifiers: 20150129007
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