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dc.contributor.advisorBarbosa, Gustavo Augusto Seabra-
dc.contributor.authorTavares, Mariana Carvalho de Freitas-
dc.date.accessioned2015-04-13T17:46:51Z-
dc.date.available2015-04-13T17:46:51Z-
dc.date.issued2014-11-25-
dc.identifier.citationTAVARES, Mariana Carvalho de Freitas. Relação entre a presença de disfunção temporomandibular e hábitos pessoais deletérios em alunos do curso de odontologia da UFRN. 2014. 30 f. Monografia (Graduação) - Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/950-
dc.descriptionGustavo Augusto Seabra Barbosa; Erika Oliveira de Almeida; Eduardo José Guerra Seabra.pr_BR
dc.description.abstractEm virtude de sua origem multifatorial, as disfunções temporomandibulares (DTM) tornaram-se uma verdadeira incógnita no que diz respeito à sua etiologia, existindo inúmeros fatores iniciadores, predisponentes e perpetuadores, que contribuem para a progressão dessas desordens. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência dos hábitos pessoais deletérios na população estudada e analisar a associação entre a presença desses hábitos e de DTM em alunos do curso de odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Para o diagnóstico quanto a presença e o tipo de Disfunção Temporomandibular foi utilizado o eixo I do “Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Dysfunction” (RDC –TMD). Para análise dos hábitos pessoais deletérios foi utilizado um questionário auto-aplicável. Os dados foram analisados usando o SPSS versão 17.0, e submetidos a cálculos estatísticos por meio do teste de qui-quadrado para observar a existência de correlação ou não entre os fatores analisados. Entre os participantes do estudo 65 (64,35%) eram do sexo feminino e 36 (35,64%) do sexo masculino, com idade variando entre 17 e 39 anos. Os hábitos pessoais deletérios mais frequentemente relatados foram o uso prolongado do computador (87,5%), seguido por mascar chicletes (77,5%), apoiar o telefone entre o ombro e a cabeça sem o uso das mãos (65%), morder os cantos da boca (62,5%), mastigar objetos (60%), roer unhas (47,5%), apertar e/ou ranger os dentes à noite (42,5%) e por último, respiração bucal (37,5%). O hábito de sucção de dedos não foi relatado por nenhum indivíduo diagnosticado com DTM. A prevalência de DTM foi de 60,4% na população estudada. Foi encontrada associação estatística entre DTM e o hábito de mastigar objetos (p=0,033). Não houve associação em relação aos demais hábitos e a presença de DTM. As consequências de um hábito parafuncional podem depender da frequência, intensidade, duração e predisposição individual, não havendo, por vezes, uma associação direta com a presença de DTM.pr_BR
dc.language.isopt_BRpr_BR
dc.publisherOdontologiapr_BR
dc.subjectTranstornos da articulação temporomandibularpr_BR
dc.subjectArticulação temporomandibularpr_BR
dc.subjectHábitospr_BR
dc.titleRelação entre a presença de disfunção temporomandibular e hábitos pessoais deletérios em alunos do curso de odontologia da UFRNpr_BR
dc.typeAnimationpr_BR
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[2014] Relação entre a presença de disfunção temporomandibular e hábitos pessoais.pdftrabalho de conclusão de curso - odontologia 2014.21.53 MBAdobe PDFThumbnail
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