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dc.contributor.advisorPereira, Silvana Alves-
dc.contributor.authorSilva, Ana Lorena Peres da-
dc.date.accessioned2019-11-06T12:32:53Z-
dc.date.available2019-11-06T12:32:53Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier2014054562pt_BR
dc.identifier.citationSilva, Ana Lorena Peres da. Relação entre a mobilidade toracoabdominal e as horas de vida de recém-nascidos. 2019. 32f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Santa Cruz, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9459-
dc.description.abstractObjective: Assess the relation between thoracoabdominal mobility and hours of life in term newborns (NBs). Methods: This is a cross-sectional observational study, approved by the institutional research ethics committee (8512/15). Newborns of both sexes were filmed for 2 minutes in supine position, with markers in the lateral region of the torso, upper limbs in flexion, abduction, external rotation, hip flexed at approximately 110º, with maximum exposure of the thoracoabdominal region. Mobility was assessed by videogrammetry using MATLAB® software, and expressed in metric units (cm2) as the difference between the highest and lowest expansibility of the thoracoabdominal, thoracic and abdominal compartments, for each respiratory cycle. The sample consisted of 26 NBs, divided into 2 groups, up to 25h old/n=14 and > 25h old/n=12. The Shapiro-Wilk test was used to determine data normality. The Mann-Whitney, Fisher’s Exact and simple linear regression tests were applied to determine the relation between respiratory rate (RR) and thoracoabdominal mobility (TA). A 5% significance level was adopted, with p < 0.05. Results: The intergroup predominance was for boys and thoracoabdominal mobility was the only variable that exhibited a statistically significant intergroup difference, showing that the fewer the hours of life, the greater the mobility, with more participation from the abdominal compartment. In regression analysis, RR explained 31% of the variation in thoracoabdominal mobility (p=0.002). Conclusion: The fewer the hours of life, the greater the thoracoabdominal mobility of the NBs, with a predominance of the abdominal compartment.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPqpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectbiomecânica respiratória; recém-nascido; fotogrametriapt_BR
dc.subjectrespiratory biomechanics; newborn; photogrammetrypt_BR
dc.titleRelação entre a mobilidade toracoabdominal e as horas de vida de recém-nascidospt_BR
dc.title.alternativeRelation between thoracoabdominal mobility and hours of life of newbornspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.advisor-co1Ingrid Guerra Azevedopt_BR
dc.contributor.referees1Pereira, Silvana Alves-
dc.contributor.referees2Sousa, Klayton Galante-
dc.description.resumoObjetivo: Avaliar a relação entre a mobilidade toracoabdominal e as horas de vida em recém-nascidos (RN) a termo. Métodos: Estudo observacional transversal, realizado com 26 RN, divididos em 2 grupos, até 25h de vida/n=14 e > 25h de vida/n=12, filmados por 2 minutos em supino, com marcadores em região lateral do tronco, membros superiores em flexão, abdução, rotação externa e quadril flexionado a aproximadamente 110º. Avaliou-se a mobilidade pela videogrametria com o software MATLAB®, e considerada, em unidades métricas (cm2), como a diferença da maior e menor expansibilidade toracoabdominal para cada ciclo respiratório. Utilizou-se os testes de Shapiro-Wilk, Mann-Whitney, Exato de Fischer e regressão linear simples para determinar a relação da frequência respiratória (FR) com a mobilidade toracoabdominal, com um nível de significância de 5% e p < 0,05. Resultados: O gênero masculino predominou intergrupos e a mobilidade toracoabdominal foi a única variável que apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos, mostrando que quanto menos horas de vida, maior é a mobilidade, com maior participação do compartimento abdominal. Na análise de regressão a FR explicou 31% da variação na mobilidade abdominal (p=0,002). Conclusão: Quanto menos horas de vida, maior é a mobilidade toracoabdominal dos RN, com predominância do compartimento abdominal.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.subject.cnpq4.00.00.00-1 Ciências da Saúdept_BR
dc.subject.cnpq4.08.00.00-8 Fisioterapia e Terapia Ocupacionalpt_BR
dc.contributor.referees3Cruz, Maria do Socorro Luna-
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