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Title: Frequência dos eventos adversos maternos relacionados à assistência ao parto na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), Natal, RN.
Authors: Costa, Everton Antonio Oliveira
Keywords: Morte materna; Saúde materna; Segurança do paciente; Eventos adversos obstétricos.
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: COSTA, Everton Antonio Oliveira. Frequência dos eventos adversos maternos relacionados à assistência ao parto na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC). 2017. 25 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Curso de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.
Portuguese Abstract: INTRODUÇÃO: Os Eventos Adversos (EA) em obstetrícia são extremamente graves, uma vez que o binômio mãe-bebê que sofrem a injúrias por vezes evitáveis e irreversíveis. Para proporcionar uma assistência materna de qualidade e segura, é necessário reduzir qualquer risco ou dano provocado pelo processo de assistência ao parto. OBJETIVO: Descrever a frequência de eventos adversos maternos relacionados ao parto na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), pós-aplicação da LVPS da OMS. MÉTODOS: Estudo descritivo no qual foram realizadas coletas de dados de 720 prontuários escolhidos de forma aleatória das mulheres admitidas para o parto, coletados quinzenalmente pelo período de 1 ano, totalizando 24 semanas. Os dados foram analisados através de frequências absolutas e relativas para o período total, com seus Intervalos de Confiança de 95% (IC 95%) e com estimativa quinzenal da frequência dos eventos adversos. RESULTADOS: Do total de prontuários analisados, 11,7% (IC95% 9,35 – 14,04) das mães apresentaram pelo menos um EA. Dentre os EA analisados, o mais frequente foi a internação em UTI (8,1%; IC95% 6,10 - 10,09), seguido de Laceração de 3º ou 4º grau (2,4%; IC95% 1,28 – 3,51), histerectomia pós-parto (1,4%; IC95% 0,54 – 2,25), transfusão sanguínea (1,4%; IC95% 0,33 – 1,86), reinternação da mãe até 30 dias após o parto (0,7%; IC95% 0,09 – 1,30), ruptura uterina (0,4; IC95% -0,06 – 0,86) e morte materna (0,1%; IC95% -0,13 – 0,33). CONCLUSÃO: Concluiu-se que a alta frequência de EA ainda é um grave problema à saúde pública, demonstrando claramente que o binômio mãe-bebê requer um maior cuidado desde o início da gravidez com pré-natal adequado até o puerpério, além de reduzir os EA obstétricos e minimizar os custos desnecessários nos serviços de saúde do país.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9382
Other Identifiers: 2014034461
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