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dc.contributor.advisorMedeiros, Elaine-
dc.contributor.authorBorges, André-
dc.date.accessioned2019-07-02T16:43:00Z-
dc.date.available2019-07-02T16:43:00Z-
dc.date.issued2017-11-27-
dc.identifier2014034470pt_BR
dc.identifier.citationBORGES, André. Relação entre aprovação na residência médica e cursinhos preparatórios. 2017. 12f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) – Departamento de Medina Clínica. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9061-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectInternato e Residênciapt_BR
dc.subjectCursinhos Preparatóriospt_BR
dc.subjectAvaliação Educacionalpt_BR
dc.subjectEnsinopt_BR
dc.titleRelação entre aprovação na residência médica e cursinhos preparatóriospt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1Gomes, Alexandre-
dc.contributor.referees2Freitas, Marise-
dc.description.resumoA residência médica tem assumido um papel importante de complementação do curso médico, sanando deficiências que nele se percebem. Devido a isso, a maior parte dos recém graduados têm pleiteado a sua realização. No entanto, a consequência da escassez de vagas para todos os graduandos tem sido associada a gênese dos cursinhos preparatórios (CPs). Diante disso, realizou-se um estudo transversal de associação, que busca investigar se existem diferenças na aprovação dos candidatos que se prepararam para a Residência Médica através de cursos preparatórios, quando comparados a candidatos que não o fizeram. Para isso, foram extraídas do banco de dados da COMPERVE, responsável pelo processo seletivo de residência, informações do questionário obrigatório, respondido por todos os inscritos para as residências médicas na UFRN, no ano de 2014. Da mesma forma, foram extraídos desse banco de dados a posterior aprovação ou reprovação nas residências médicas pretendidas. Como critério de exclusão, foi adotado a ausência durante alguma das etapas posteriores à inscrição no processo seletivo. Para a análise estatística utilizou-se o teste de associação Qui-quadrado ao nível de significância de 5%. Foram avaliados os 739 candidatos a residência médica em 2014. Desses, apenas 681 compareceram durante o processo seletivo e 77 % cursaram CP. Utilizando o teste Qui-quadrado, foi encontrada presença de relação estatística entre cursar CP e aprovação, com p valor de 0,01. Por fim, foi constatado a presença de um maior valor médio no argumento final no grupo que fez CPs. Diante dos resultados, é possível inferir que os CPs apresentam relação estatística, tanto com aprovação, quanto com maiores argumentos finais no processo seletivo. Tal fato cria o problema da validação da realidade atual, de competição entre preparação para residência e prática do internato. Possíveis soluções podem ser a adoção de provas que privilegiem a aquisição de conhecimentos e habilidades, em detrimento da memorização, de forma coerente com os conteúdos aprendidos no internato. Além disso, a adoção de metodologias ativas, que possibilitem a maior retenção dos conteúdos aprendidos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMedicinapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
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