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Title: Estigmatização social da loucura e os desafios da atual conjuntura brasileira para a saúde mental: uma análise sobre a construção sócio-histórica da loucura e os impasses do avanço do conservadorismo para a Reforma Psiquiátrica
Authors: Silva, Heloisa Helena da
Keywords: Estigmatização social. Loucura. Reforma psiquiátrica. Luta antimanicomial.;Social stigmatization. Madness. Psychiatric Rreform. Antimanicomial struggle.
Issue Date: 18-Jun-2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SILVA, Heloisa Helena da. Estigmatização social da loucura e os desafios da atual conjuntura brasileira para a saúde mental: uma análise sobre a construção sócio-histórica da loucura e os impasses do avanço do conservadorismo para a Reforma Psiquiátrica. 2019. 56f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social) - Departamento de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: O trabalho a seguir trata-se de uma pesquisa em torno da trajetória histórica da estigmatização social da loucura compreendida enquanto construção sociocultural para o debate dos desafios da atual conjuntura política e social brasileira. A proposta é analisar no âmbito sociocultural o papel da loucura e do louco na sociedade brasileira para a apreensão dos desafios atuais para a efetivação da Reforma Psiquiátrica brasileira e da Luta Antimanicomial num contexto de avanço do conservadorismo. A partir do método da revisão bibliográfica considerando as principais questões que permeiam o tema central da pesquisa e autores de referência na área de Saúde Mental, bem como das Entidades relacionadas à Reforma Psiquiátrica e a Luta Antimanicomial. Com este trabalho, o objetivo é contribuir com as pautas da Reforma Psiquiátrica na desmistificação da loucura e na apreensão dos desafios impostos pelo avanço do conservadorismo e de sua agenda de retrocessos na área de saúde mental que reforça o retorno à lógica e prática manicomiais.  A partir da pesquisa e da análise do que foi produzido, conclui que é necessário reconhecer a sociedade  e o Estado como estigmatizantes para que possamos desconstruir velhos preconceitos e nos fortalecer frente ao avanço conservador.
Abstract: The following work deals with a research about the historical trajectory of the social stigmatization of madness understood as a socio-cultural construction for the debate of the challenges in the current Brazilian political and social conjuncture. The proposal is to analyze in the socio-cultural scope the role of madness and insanity in Brazilian society in order to apprehend the current challenges for the implementation of the Brazilian Psychiatric Reform and the Antimanicomial Struggle in a context of conservatism. Based on the bibliographic review method considering the main issues that permeate the central theme of the research and reference authors in the area of ​​Mental Health, as well as the Entities related to the Psychiatric Reform and the Antimanicomial Struggle. With this work, the objective is to contribute with the guidelines of the Psychiatric Reform in the demystification of insanity and in the apprehension of the challenges posed by the advance of conservatism and its setbacks in the area of ​​mental health that reinforce the return to the logic and practice of asylums. From the research and analysis of what has been produced, it concludes that it is necessary to recognize society and the State as stigmatizers so that we can deconstruct old prejudices and strengthen ourselves against the conservative advance.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/9016
Other Identifiers: 20150116214
Appears in Collections:Serviço Social

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