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Title: Estudo de polimorfismos na região promotora do gene IL-10 em mulheres com lesão intraepitelial e cancêr cervical
Authors: Santos, Deborah Luisa de Sousa
Keywords: Polimorfismo, Região promotora, IL-10, Lesão intraepitelial, Câncer cervical.
Issue Date: 6-Jun-2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SANTOS, Deborah Luisa de Sousa. Estudo de polimorfismos na região promotora do gene IL-10 em mulheres com lesão intraepitelial e cancêr cervical. 2019. 48f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: No Brasil, o câncer cervical ocupa a terceira posição no ranking de incidência de câncer na população feminina. O Papilomavírus Humano (HPV) é o principal agente causador do câncer cervical e lesões precursoras, e é importante destacar que muitas vezes o HPV utiliza estratégias para se evadir da resposta imunológica utilizando mecanismo que envolvam imunorregulação. No microambiente tumoral, tem-se destacado algumas moléculas imunorreguladoras e as mesmas têm contribuído para progressão do câncer cervical. A IL-10 é uma citocina imunossupressora, frequentemente elevada no microambiente tumoral. O gene que codifica a IL-10 humana está localizado no cromossomo 1 (1q31-32). Também foram identificados polimorfismos de base única (SNPs) na região promotora de IL-10 que podem influenciar a produção da citocina, e consequentemente desempenhar um papel na susceptibilidade ao câncer. Neste estudo foram analisados os SNPs -1082A>G ( rs1800896 ) e -819C>T ( rs1800871 ) do gene IL-10 , a partir de amostras de sangue periférico de 317 mulheres brasileiras, sendo 142 mulheres com alteração no colo do útero (grupo alterado), enquadradas com lesão intraepitelial cervical (SIL) (n=101, sendo 24 pacientes com lesão de baixo grau e 77 com lesão de alto grau) e câncer cervical (CC) (n=41), e 167 mulheres saudáveis representando o grupo controle. O objetivo foi verificar a frequência alélica e genotípica dos SNPs da região prmotora da IL-10 e associar com desenvolvimento de SIL e CC. Como resultado, no polimorfismo rs1800896 , a frequência do genótipo GG foi estatisticamente menor no grupo alterado (SIL e CC) e no grupo SIL, comparados ao grupo controle (OR = 0,35, CI 95% = 0,14 - 0,88, e p=0,026; OR = 0,36, CI 95% = 0,13 - 1,00, e p=0,049, respectivamente). O grupo CC, comparado ao controle, não mostrou nenhuma diferença significativa, assim como não houve diferença estatística entre os casos e controle no polimorfismo rs1800871 (p>0,05). Desta forma, conclui-se que, no polimorfismo rs1800896 , o genótipo GG apresentou não estar associado ao desenvolvimento de SIL e câncer cervical.
Abstract: In Brazil, cervical cancer occupies the third position in the ranking of cancer incidence in the female population. Human papillomavirus (HPV) is the main causative agent of cervical cancer and precursor lesions, and it is important to note that HPV often uses strategies to evade the immune response using mechanisms that involve immunoregulation. In the tumor microenvironment, some immunoregulatory molecules have been highlighted and they have contributed to the progression of cervical cancer. IL-10 is an immunosuppressive cytokine, often elevated in the tumor microenvironment. The gene encoding human IL-10 is located on chromosome 1 (1q31-32). Single-base polymorphisms (SNPs) have also been identified in the IL-10 promoter region that may influence cytokine production, and therefore play a role in cancer susceptibility. In this study the SNPs -1082A> G ( rs1800896 ) and -819C> T ( rs1800871 ) of the IL-10 gene were analyzed from peripheral blood samples from 317 Brazilian women, 142 women with alteration in the cervix (altered group), framed with SIL squamous intraepithelial lesion (SIL) (n = 101, 24 patients with low grade lesion and 77 with high grade lesion) and cervical cancer (CC) (n = 41) and 167 representing healthy women. The objective was to associate the allelic and genotypic frequency of IL-10 SNPs and to associate with the development of SIL and CC. As a result, in polymorphism rs1800896 , the GG genotype frequency was statistically lower in the altered group (SIL and CC) and in the SIL group, compared to the control group (OR = 0.35, 95% CI = 0.14-0 , 88, p = 0.026, OR = 0.36, 95% CI = 0.13-1.00, p = 0.049, respectively). The CC group, compared to the control, did not show any significant difference, nor was there a statistical difference between the cases and control in the polysorphism rs1800871 (p> 0.05). Thus, it can be concluded that, in the polymorphism rs1800896 , the GG genotype was not associated with the development of SIL and cervical cancer.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8868
Other Identifiers: 2015063940
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