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Title: Correlação da amplitude de movimento da articulação talocrural e do desempenho do músculo tríceps sural durante o Teste de Elevação do Calcanhar cadenciado externamente
Authors: Cardoso, Natália Lopes
Keywords: Fadiga;Fatigue;Resistência física;Physical strength;Força muscular;Muscle strength
Issue Date: 13-Jun-2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: CARDOSO, Natália Lopes. Correlação da amplitude de movimento da articulação talocrural e do desempenho do músculo tríceps sural durante o Teste de Elevação do Calcanhar cadenciado externamente. 2019. 23 f. Trabalho de Conclusão do Curso (Graduação em Fisioterapia) - Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: O tornozelo e o pé desempenham funções essenciais durante a locomoção, consequentemente, lesões que acometem essas estruturas podem limitar a mobilidade. Testes clínicos funcionais, como o Teste de Elevação do Calcanhar (TEC), favorecem a identificação nas disfunções da unidade músculo-tendíneas, entretanto, ainda não está claro se a amplitude articular pode influenciar o desempenho dessa articulação durante a sua avaliação. Objetivos: Correlacionar a amplitude de movimento do tornozelo com o desempenho do tríceps sural durante o TEC cadenciado externamente (TECCE). Metodologia: Indivíduos de ambos os sexos, entre 20 a 59 anos, com índice de massa corporal entre 18,5 e 29,9kg/m², com ausência de doenças vasculares periféricas e/ou doenças musculoesqueléticas foram recrutados para o estudo. Após coletas de dados pessoais e antropométricos, o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), o índice tornozelo-braço, a amplitude de movimento (ADM) ativa e funcional foram aplicados. Para o TECCE utilizamos uma cadência externa de 1 elevação/segundo, utilizando um metrônomo simples para controle. Todas as medidas de avaliação foram realizadas por um único avaliador treinado. Resultados: Foram incluídos 73 indivíduos, sendo 45% homens, com medianas de idade de 31 anos, estatura de 1,60m e peso 70,3kg. A amostra total apresentou 52 [40,5-69,5] elevações, com diferença entre homens e mulheres (59 [48-83,5] vs 47 [40-58,5], p= 0,004 respectivamente), com menor ADM funcional nos homens (52 [48-58] vs 60 [58-62], p< 0,0001 respectivamente). Houve baixa correlação entre desempenho versus IPAQ (r=0,32, p=0,05), baixa correlação entre o desempenho e a ADM funcional (r=-0,15, p=0,19), e não houve correlação entre o IPAQ e a ADM funcional, (r= - 0,71, p>0,05). Conclusão: A amplitude de movimento da articulação talocrural não influencia o desempenho no TECCE na população saudável sem doenças associadas.
Abstract: Introduction: The ankle and foot perform essential functions during locomotion, therefore, injuries that affect these structures may limit mobility. Functional clinical tests such as the Heel Rise Test (HRT) further the identification of muscle-tendon dysfunction, however, it is still unclear whether joint amplitude can influence the performance of this joint during its evaluation. Objectives: To correlate ankle range of motion with sural triceps performance during externally cadenced HRT (HRTEC). Methodology: Individuals of both sexes, aged 20 to 59 years, with body mass index between 18.5 and 29.9 kg/m², with absence of peripheral vascular diseases and/or musculoskeletal diseases were recruited for the study. After the collection of personal and anthropometric data, the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ), the ankle-brachial index, the active and functional range of motion (ROM) was performed. For the HRTEC we used an external cadence of 1 elevation/second, using a simple metronome for control. All the assessments were performed by a single trained evaluator. Results: A total of 73 individuals were included, 45% men, with median age of 31 years, height of 1.60m and weight of 70.3kg. The total sample presented 52 [40.5-69.5] elevations, with a difference between men and women (59 [48-83.5] vs 47 [40-58.5], p = 0.004 respectively), with lower functional ROM in men (52 [48-58] vs 60 [58-62], p <0.0001 respectively). There was a low correlation between performance versus IPAQ (r = 0.32, p = 0.05), low correlation between performance and functional ROM (r = -0.15, p = 0.19), and no correlation between IPAQ and functional ROM, (r = -0.71, p> 0.05). Conclusion: The range of motion of the talocrural joint does not influence the HRTEC performance in the healthy population without associated diseases.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8860
Other Identifiers: 2014092311
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