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dc.contributor.advisorSousa, Amanda Bezerra de-
dc.contributor.authorLima, Jeovane Nascimento de-
dc.date.accessioned2019-06-27T13:22:32Z-
dc.date.available2019-06-27T13:22:32Z-
dc.date.issued2019-06-11-
dc.identifier20170154357pt_BR
dc.identifier.citationLIMA, Jeovane Nascimento de. Análise comparativa de métodos para o cálculo de precipitações intensas. 2019. 46f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) - Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8854-
dc.description.abstractOne of the difficulties encountered in the projects of drainage works is associated with intense rainfall maximum likely determination. One of the main solutions to characterize and estimate the intense rainfall is the use of intensity-duration curves-frequency (IDF) or daily rainfall disaggregation. In Brazil, daily rainfall data are more accessible and the breakout method is the most widely used. This method consists in obtaining coefficients relating the maximum 24-hour rainfall and rain a day. The coefficients of unbundling proposed by CETESB (1979) are widely used, however, Zuffo and Genovez (2000) point out that these coefficients can provide significant errors, and Abreu (2018) also States that the application of the method still lacks an evaluation in statistical terms. To verify the hypothesis of Zuffo and Genovez (2000) and Abreu (2018), this work aims to carry out a comparative analysis between the daily rainfall disaggregation methods and the IDF curve method through the test of the null hypothesis (H0) and alternate hypothesis (H1). The results showed that for the northern region, the method does not reject H0 under certain conditions of temperature and average annual rainfall while in the Northeast and Midwest, does not reject H0 for the calculation of maximum rainfall for short duration under series size and climate. In the Southeast, does not reject H0 for the calculation of maximum long lasting and intense in the South, 15 years of observations were insufficient to not reject H0. It is concluded that the adjustment coefficients of CETESB (1979) showed positive performance and noted that the size of the series, climate, temperature, average annual rainfall, altitude and regions interfere on the method.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectDrenagem Urbana; Precipitação intensa máxima; coeficientes; Hipótese nula; Hipótese alternativa.pt_BR
dc.subjectUrban Drainage; Intense rainfall; coefficients; Null hypothesis; Alternate hypothesis.pt_BR
dc.titleAnálise comparativa de métodos para o cálculo de precipitações intensaspt_BR
dc.title.alternativeComparative analysis of methods for the calculation of intense rainfallpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.advisor-co1Joana Darc Freire de Medeirospt_BR
dc.description.resumoUma das dificuldades encontradas nos projetos de obras de drenagem está associada à determinação da precipitação intensa máxima provável. Uma das principais soluções para se caracterizar e estimar as precipitações intensas é a utilização de curvas de intensidade - duração - frequência (IDF) ou de desagregação de chuvas diárias. No Brasil, dados de chuvas diárias são mais acessíveis e o método de desagregação é o mais utilizado. Este método consiste em obter coeficientes que relacionam a chuva máxima de 24 horas e a chuva de um dia. Os coeficientes de desagregação propostos pela CETESB (1979) são largamente utilizados, no entanto, Zuffo e Genovez (2000) apontam que estes coeficientes podem proporcionar erros consideráveis, e Abreu (2018) afirma ainda que a aplicação do método ainda carece de uma avaliação em termos estatísticos. Para verificar as afirmativas de Zuffo e Genovez (2000) e Abreu (2018), este trabalho tem como objetivo a realização de uma análise comparativa entre os métodos de desagregação de chuvas diárias e o método da curva IDF por meio do teste da hipótese nula (H0) e da hipótese alternativa (H1) no Brasil. Os resultados mostraram que para a região Norte, o método não rejeita H0 sob determinadas condições de temperatura e precipitações médias anuais enquanto no Nordeste e Centro Oeste, não rejeita H0 para o cálculo de chuvas máximas para curta duração sob condições de tamanho da série e clima. No Sudeste, não rejeita H0 para o cálculo de intensas máximas de longa duração e no Sul, 15 anos de observações foram insuficientes para não rejeitar H0. Conclui-se que o ajuste nos coeficientes da CETESB (1979) apresentou desempenho positivo e observou-se que o tamanho da série, clima, temperatura, precipitações médias anuais, altitude e regiões interferem sobre o método.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEngenharia Ambientalpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
Appears in Collections:Engenharia Ambiental

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