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dc.contributor.authorOliveira, Andressa Lays Lopes-
dc.date.accessioned2015-02-26T14:39:26Z-
dc.date.available2015-02-26T14:39:26Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Andressa Lays Lopes. Discriminação genética no ambiente de trabalho. 2014. 88f. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) – Departamento de Direito, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/881-
dc.description.abstractA aplicação dos conhecimentos genéticos à medicina moderna possibilitou a detecção de enfermidades ainda antes do surgimento de sintomas, através dos chamados testes preditivos. A possibilidade de predizer a saúde futura de um indivíduo despertou, ainda no século passado, o interesse patronal dentro das relações de emprego. O acesso irrestrito aos dados genéticos do trabalhador poderia conduzir a uma visão reducionista do ser humano, adstrita à sua condição genética. A consequência clara seria a discriminação laboral dos portadores de mutações genéticas e predisposição à doenças. O presente estudo se prestará a análise sobre a legitimidade da realização de testes preditivos sobre os empregados, uma vez que o genoma encontra-se na esfera mais íntima do ser humano e portanto, merece especial proteção normativa.pr_BR
dc.language.isopt_BRpr_BR
dc.publisherDireitopr_BR
dc.subjectTestes preditivospr_BR
dc.subjectIntimidade genéticapr_BR
dc.subjectDiscriminação genéticapr_BR
dc.titleDiscriminação genética no ambiente de trabalho.pr_BR
dc.typeAnimationpr_BR
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