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Título: Efeitos do treino em esteira inclinada sobre o torque dos músculos extensores de joelho em indivíduos com acidente vascular cerebral: dados preliminares de um ensaio clínico aleatorizado
Autor(es): Nunes, Maria Clara de Sena
Palavras-chave: Exercício Aeróbico;Marcha;Torque;Fisioterapia;Reabilitação
Data do documento: 10-Jun-2019
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referência: NUNES, Maria Clara de Efeitos do treino em esteira inclinada sobre o torque dos músculos extensores de joelho em indivíduos com acidente vascular cerebral: dados preliminares de um ensaio clínico aleatorizado. 2019. 42f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Resumo: Introdução: É comum observar comprometimento no torque muscular de indivíduos após Acidente Vascular Cerebral (AVC). O paciente acometido apresenta perda na força muscular, déficit de coordenação e diminuição na velocidade da marcha. Portanto, há perda da independência funcional. O treino de marcha em esteira com inclinação é sugerido como estratégia de intervenção para melhora desses parâmetros, aumentando a força muscular exigida para o padrão adequado à caminhada. Objetivos: Avaliar os efeitos de um protocolo de treinamento de marcha em esteira inclinada sobre o torque dos músculos extensores do joelho de indivíduos com AVC na fase crônica. Metodologia: Participaram até o momento dezessete indivíduos de ambos os sexos, com média de idade de 56 anos, capazes de deambular sem assistência de outrem em ambiente fechado, com velocidade igual ou inferior a 0,9 m/s e capazes de compreender comandos motores simples. Os participantes foram randomizados em três grupos: Controle (n=6), que realizou treino de marcha na esteira sem inclinação; Experimental I (n=6), que realizou o treino na esteira com 5% de inclinação, e Experimental II (n=5), que realizou o treino na esteira com 10% de inclinação. Em todos os grupos, o treino teve 30 minutos de duração, 3 vezes por semana, durante 6 semanas, em um total de 18 sessões. Para a mensuração do torque isométrico dos músculos extensores do joelho foi utilizada a dinamometria isocinética. A velocidade da marcha também foi mensurada, utilizando-se o teste de velocidade de marcha de 10 metros (TVM10). Ambas as medidas de desfecho foram analisadas na avaliação inicial, após 6 semanas de treinamento (reavaliação) e um mês após o término do treinamento (follow up). Resultados: O estudo não revelou ganhos estatisticamente significativos entre os momentos de pré e pós treino, bem como no follow-up no tocante as variáveis desfecho. Porém os resultados preliminares demonstraram que existe uma tendência de aumento do torque isométrico no Grupo Controle e no Grupo experimental 2. Além disso, foi encontrada uma correlação moderada entre a velocidade de marcha e o torque isométrico. Conclusão: Os dados preliminares sugerem que o treino de marcha em esteira inclinada pode promover aumento do torque muscular isométrico dos extensores do joelho em indivíduos com AVC, embora os achados ainda não sejam conclusivos. Além disso, a correlação encontrada entre a velocidade da marcha e o torque neuromuscular pode sugerir estratégias de tratamento desses pacientes.
Abstract: Introduction: It is common to observe impairment in the torque of muscle of individuals after Stroke. The affected patient presents loss of muscle strength, coordination deficit and decrease in walking speed. With the loss of functional independence, it can facilitate the onset of neuropsychiatric disorders, directly affecting the quality of life and recovery of the patient's motor functions. Treadmill treadmill training is suggested as an intervention strategy to improve these parameters, increasing the muscular strength required for the walking pattern. Objectives: To evaluate the effects of a treadmill treadmill training protocol on the torque of the knee extensor muscles of chronic stroke subjects. Methodology: Preliminary data from 17 chronic stroke patients of both sexes, mean age of 56 years, with walking indoors ability without physical assistance, walking speed ≤0.9 m/s and with simple motor commands comprehension were used. Patients were randomized into three groups: Control (n = 6) performed treadmill gait training without incline; Experimental I (n = 6) performed treadmill gait training at 5% incline; and Experimental II (n = 5) performed treadmill gait training at 10% incline. All groups had 30-minute training duration, 3 times per week, for 6 weeks (total of 18 sessions). For the measurement of isometric torque of the muscles knee extensors, isokinetic dynamometry was used. The speed of was also measured using the 10-meter walking speed test (TVM10). Both outcome measures were analyzed at the initial evaluation, after 6 weeks of training (reevaluation) and one month after the completion of the training (follow up). Results: The study did not reveal statistically significant gains between the pre and post training moments, as well as in the follow-up regarding the outcome variables. However, the preliminary results showed that there is a tendency to increase isometric torque in the Control Group and in the Experimental Group 2. Besides that, a moderate correlation was found between gait velocity and isometric torque. Conclusion: Preliminary data they emerge that gait training on a slanted treadmill may promote isometric muscle torque increase of knee extensors in people witch stroke, although the findings are not yet conclusive. Besides that, they correlation between gait velocity and neuromuscular torque may suggest strategies for the treatment of these patients.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8772
Outros identificadores: 2014088622
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