Please use this identifier to cite or link to this item: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8492
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dc.contributor.advisorPorto, Maria Emília-
dc.contributor.authorAlves, Maria Helena Furquim Lanza-
dc.date.accessioned2019-01-28T17:14:53Z-
dc.date.available2019-01-28T17:14:53Z-
dc.date.issued2017-06-20-
dc.identifier2012949698pt_BR
dc.identifier.citationALVES, Maria Helena Furquim Lanza. A velhice-dcrepitude no imaginário ocidental: uma herança gótica, renascentista e barroca. 2017. 65f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Departamento de História, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8492-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectVelhicept_BR
dc.subjectDecrepitudept_BR
dc.subjectImaginário-Ocidentalpt_BR
dc.subjectTradição renascentistapt_BR
dc.titleA velhice-dcrepitude no imaginário ocidental: uma herança gótica, renascentista e barroca.pt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoA ideia de velhice está relacionada a como as sociedades enxergam a mutação do “eu”. Decrepitude, Terceira-Idade ou Melhor-Idade são conceitos que dependem da mentalidade (imaginário ou estoque cultural) dos povos. Se a velhice biológica é a mesma em todas as épocas e lugares, a maneira de pensar, valorizar ou depreciar a longevidade varia no tempo e no espaço, bem como o status atribuído aos velhos. A historicidade das representações da velhice na ficção (pintura e literatura) permite desnaturalizar o conceito, demonstrando que a velhice não é apenas o desgaste fisiológico, mas, uma complexa construção cultural (mítica e folclórica). Assim, é válido questionar como e em que circunstâncias surgem a imagem da velha alcoviteira, prostituta e feiticeira (a Celestina, de Rojas) e o estereótipo do velho tolo, teimoso e caduco (Rei Lear, de Shakespeare). Nesse sentido, esta é uma revisão da velhice pejorativa na ficção ocidental (entre os séculos XIV e XVII), mais especificamente, nos mitos ibéricos, anglo-saxões, franco-germanos e escandinavos. Trata-se de uma revisão de algumas famosas descrições góticas, renascentistas e barrocas do envelhecer e morrer, fundamentada no ensaio A Velhice, de Simone de Beauvoir. Esta pesquisa é, pois, um levantamento de dados sobre o conjunto de clichês e tabus que a Renascença herdou, adaptou e transmitiu à posteridade, através de uma forte tradição artística.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentHistóriapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
Appears in Collections:História (Bacharelado)

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