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Title: Bionibidores de Corrosão: Uma revisão
Authors: Dantas, Júlio César de Oliveira
Keywords: Bioinibidores de Corrosão, Corrosão, Controle de Corrosão, Custos de Corrosão, Integridade Estrutural
Issue Date: 12-Dec-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: DANTAS, J. C. O.; DUPKE, A. V. A.; BARRA, S. R. Bioinibidores de Corrosão: Uma Revisão. In: VI ENCONTRO DA REDE DE COOPERAÇÃO EM PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO EM MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA O SETOR INDUSTRIAL BRASILEIRO (REDE PDIMAT), 2018, João Pessoa. Anais. João Pessoa: [s.n.], 2018. p. 1-10.
Portuguese Abstract: No setor industrial, os custos (diretos e indiretos) relacionados à corrosão são significativos e chegam a representar um montante de 4% do produto interno bruto (custo direto) em países industrializados. Além de custos diretos de prevenção e correção, como para manutenção e substituição de componentes (correção) e controle de corrosão (prevenção), há custos indiretos, que podem envolver, por exemplo, as paralisações nas plantas industriais. No entanto, apesar de ser um processo natural e inevitável, a corrosão pode ser controlada dentro de faixas aceitas industrialmente. Dentre as diferentes formas de controle aplicadas pelo setor industrial, há o uso de inibidores de corrosão, que minimiza os efeitos do fenômeno eletroquímico, possibilita o incremento da vida útil de peças, conjuntos e/ou equipamentos e, assim, contribuindo para a redução de custos e para a melhoria da integridade estrutural do ativo. Apesar das vantagens ligadas ao seu uso, alguns são caracterizados como tóxicos tanto para os humanos, quanto para o meio ambiente. Com o intuito de solucionar o problema da toxicidade, surgiram os bioinibidores de corrosão. Empregados com a mesma função dos inibidores comuns, os bioinibidores não são nocivos ao meio ambiente, ou seja, são ambientalmente amigáveis e consideravelmente menos tóxicos aos humanos, além disso têm, muitas vezes, um menor custo associado. Devido à diversidade e ao seu baixo custo, pesquisas têm investigado com mais afinco o uso de extratos aquosos de plantas em concentrações controladas como bioinibidores de corrosão em diversos materiais metálicos e meios associados. O presente trabalho tem como objetivo revisar os tipos de inibidores, especialmente os bioinibidores, apresentar os mecanismos básicos de controle, bem como suas vantagens e desvantagens e mapear as potenciais áreas de aplicação.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/8188
Other Identifiers: 20180009672
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