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dc.contributor.advisorWanessa Cristina Tomaz dos Santos Barros-
dc.contributor.authorEmanuele Muniz da Silva-
dc.date.accessioned2018-12-19T13:40:10Z-
dc.date.available2018-12-19T13:40:10Z-
dc.date.issued2018-11-29-
dc.identifier2013089607pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, EM. Perfil sociodemográfico de mulheres com transtorno mental comum no município de Santa Cruz. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Santa Cruz, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/8075-
dc.description.abstractIntroduction: Due to the increase in life expectancy in the elderly population, it is possible to notice the development of both chronic diseases and diseases related to mental health. It is worth mentioning that there is a high prevalence of Common Mental Disorders (CMD), although not as serious as psychotic disorders, because of their high prevalence (LUCHESSE et al., 2014; YMMAN et al., 2014). Objective: to describe the sociodemographic profile of elderly women with a common mental disorder in the municipality of Santa Cruz / RN. Methods: a descriptive, exploratory, cross - sectional study with a quantitative approach, composed of a sample of 54 elderly women living in the municipality of Santa Cruz / RN. Data were collected through a sociodemographic questionnaire and the Self Report Questionare (SRQ-20), from July to August 2018 and the data were submitted to descriptive analysis. Results: Results were obtained, ranging from 65 to 69 (24.1%) years and 70 to 74 years (24.1%). Non-literate (40.7%), married (50.0%) having Catholic religion (74.1%). The majority are retired (96.3%), farmers (42.6%) and monthly income is 1 to 2 minimum wages (85.2%). Non-smokers (83.3%) and non-alcoholics (98.1%) did not attend elderly groups (85.2%), the majority lived with relatives (94.4%), and a large portion did not present emotional lability during interview (79.6%). Good part presents cardiovascular health problem (66.6%). Conclusion: Finally, it is important to know that the sociodemographic profile of elderly women with common mental disorder can help to create actions to prevent this suffering and stimulate care practices.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectMulherpt_BR
dc.subjectSofrimento Mnetalpt_BR
dc.titlePerfil sociodemográfico de mulheres idosas com transtorno mental comum no município de Santa Cruzpt_BR
dc.title.alternativeSociodemographic profile of elderly women with common mental disorders in the municipality of Santa Cruzpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1José Jaílson de Almeida Junior-
dc.contributor.referees2Adriana Gomes Magalhães-
dc.description.resumoIntrodução: Devido o aumento na expectativa de vida na população de idosos, é possível notar o desenvolvimento tanto de doenças crônicas quanto doenças relacionadas à saúde mental. Destacam-se os Transtornos Mentais Comuns (TMC) que embora não sejam tão graves como distúrbios psicóticos, representam crescente problema de saúde pública devido à sua alta prevalência (LUCHESSE et al., 2014; YMMAN et al., 2014). Objetivo: traçar o perfil sociodemográfico, das mulheres idosas com transtorno mental comum no município de Santa Cruz/RN. Métodos: estudo descritivo, exploratório, transversal com abordagem quantitativa, composto por uma amostra de 54 mulheres idosas moradoras do município de Santa Cruz/RN. A coleta de dados ocorreu através de questionário sociodemográfico e do Self Report Questionare (SRQ-20), no período de Julho á Agosto de 2018 e os dados foram submetidos a analise descritiva. Resultados: Obteve-se como resultados, idade entre 65 a 69 (24,1%) anos e 70 a 74 anos (24,1%). Não alfabetizadas (40,7%), casadas (50,0%) tendo religião católica (74,1%). A maioria é aposentada (96,3%), agricultoras (42,6%) e a renda mensal é de 1 a 2 salários mínimos (85,2%). Não tabagistas (83,3%) e não etilistas (98,1%), não frequentam grupos de idosos (85,2%), a maioria mora com familiares (94,4%) e grande parcela não apresentou labilidade emocional durante a entrevista (79,6%). Boa parte apresenta problema de saúde cardiovascular (66,6%). Conclusão: Por fim lembra-se que conhecer o perfil sociodemográfico de idosas com transtorno mental comum pode ajudar a construir ações de prevenção desse sofrimento e estimular práticas de cuidado.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentENFERMAGEMpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
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