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Title: Maturação e suas implicações no desenvolvimento de ações intermitentes inerentes ao esporte
Other Titles: Maturity-related differences in repeated activity efforts: A cross-sectional study
Authors: Dantas, Matheus Peixoto
Keywords: Idade óssea;Jovens;Exercício intermitente de alta intensidade;Antropometria
Issue Date: 22-Nov-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: DANTAS, Matheus Peixoto. Maturação e suas implicações no desenvolvimento de ações intermitentes inerentes ao esporte. 2018. 14f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Departamento de Educação Física, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.
Portuguese Abstract: Problema: O processo de maturidade causa diversas mudanças morfológicas e metabólicas nas jovens e, com isso, podem influenciar a performance física. Objetivo: Portanto, a proposta do estudo foi analisar a relação entre a idade biológica e a capacidade de esforços repetidos em crianças. Materiais e métodos: A amostra foi composta por 87 crianças de 08 a 14 anos que frequentavam um centro de treinamento esportivo. Foram realizadas avaliações antropométricas para a predição da idade biológica e os esforços repetidos foram mensurados por meio do teste de capacidade de sprint repetido (6 x 20 metros com 20 segundos de descanso entre cada sprint) e salto vertical intermitente (4 x 15’’ com 20 segundos de descanso entre cada série). Resultados: Os resultados obtidos demostram que a idade óssea possui relação com o sprint pico (r= -0.48; r2= 0.22), pior sprint (r= -0.42; r2= 0.17), tempo total (r= -0.42; r2= 0.17) e tempo médio (r= -0.43; r2= 0.18), mas não com o decréscimo de sprint (r= 0.13; p>0.05) em sprints. Para o salto vertical intermitente, foi encontrado associação com o pico de performance de salto (r= 0,489; r2= 0,239), com a pior série de saltos (r= 0,465; r2= 0,217) e com a performance média das séries (r= 0,481; r2= 0,231), mas não para o decréscimo de performance do salto (r= -0,085; p < 0,05). Entretanto, a relação se tornou trivial para todos os índices quando foi controlado o efeito das variáveis antropométricas. Conclusão: O incremento da maturação apresenta relação com o desenvolvimento da capacidade de esforços repetidos em jovens, entretanto o mesmo não foi encontrado para o decréscimo. Também foi evidenciando, que quando as variáveis antropométricas foram controladas, o efeito de associação deixou de existir, demonstrando que as mudanças antropométricas provocadas pela maturação podem ser responsáveis pelo desenvolvimento das capacidades.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/8030
Other Identifiers: 2014098100
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