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Title: Impacto do polimorfismo CYP2D6*4 em pacientes com câncer de mama em uso do Tamoxifeno.
Authors: Cruz, Gabriel Coelho
Keywords: Tamoxifeno;Tamoxifen;Câncer de mama;Breast Cancer;Gene CYP2D6;CYP2D6 gene
Issue Date: Nov-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: CRUZ, Gabriel Coelho. Impacto do polimorfismo CYP2D6*4 em pacientes com câncer de mama em uso do Tamoxifeno. 2018. 40 f. Monografia (Graduação em Biomedicina) - Curso de Biomedicina, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.
Portuguese Abstract: O Tamoxifeno (TMX) é a droga mais usada na terapia hormonal para tratamento de câncer de mama (CM). O TMX é um pró-fármaco e necessita de ativação metabólica pela subunidade 2D6 do citocromo P450 (CYP2D6), cujo gene apresenta inúmeros polimorfismos. Um determinado polimorfismo no alelo 4 do gene CYP2D6, bastante comum em determinadas populações já estudadas, quando encontrado em homozigose recessiva, indica pior metabolização de drogas. Estudos de associação entre o CYP2D6*4 e a resposta terapêutica ao TMX são importantes para identificar pacientes que possam não responder de forma eficiente ao tratamento devido a má metabolização do fármaco e assim desenvolver efeitos colaterais indesejáveis, tais como: fogachos e esteatose hepática. Esse estudo pretende, portanto, genotipar mulheres diagnosticadas com CM para o polimorfismo rs3892097 (referência no NCBI) a fim de relacionar o genótipo com os efeitos adversos da terapia. Mulheres entre 18 e 80 anos, diagnosticadas com CM do tipo receptor hormonal (RH) positivo, no estado do Rio Grande do Norte, que iniciaram o tratamento com o TMX entre 2013 e 2016, foram incluídas. Amostras de sangue foram coletadas para extração do DNA e posterior genotipagem. A genotipagem de dezoito pacientes revelou que, do grupo em questão, quinze são homozigotas selvagens para o alelo *4 (G/G), sugerindo rápida metabolização do TMX. Apenas três pacientes apresentaram o alelo 4 em heterozigose. No Brasil, as frequências alélicas não são conhecidas e, por isso, mais estudos clínicos randomizados são fundamentais para traçar um perfil populacional. Tornar claro o papel da genotipagem prévia do CYP2D6 na prática clínica, antes mesmo da aplicação de um protocolo terapêutico, ajudaria mulheres que possam não responder de forma adequada ao tratamento.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7706
Other Identifiers: 2013088539
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