Please use this identifier to cite or link to this item: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/7675
Title: Detecção de hemoglobinas alteradas em doadores de sangue no Hemovida Serviços de Hemoterapia Ltda
Authors: Souza, Claudia Monize Chammas Reis de
Keywords: Hemoglobinas anormais;hemoglobina S;doadores de sangue;doença falciforme
Issue Date: Nov-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SOUZA, Claudia Monize Chammas Reis de. DETECÇÃO DE HEMOGLOBINAS ALTERADAS EM DOADORES DE SANGUE NO HEMOVIDA SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA LTDA. 2018. 38 f. Monografia (Especialização) - Curso de Biomedicina, Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.
Portuguese Abstract: A hemoglobina (Hb) tem como principal função o transporte de oxigênio. É composta por 2 pares de cadeias globínicas polipeptídicas, sendo um par de cadeias alfa (alfa-α e zeta-ξ) e um outro par de cadeias não-alfa (beta-β, delta-δ, gama-γ e epsílon-ε). Cada cadeia de globina é composta por sequências de aminoácidos (aa), sendo que as cadeias alfa e não-alfa possuem 141 e 146 aa, respectivamente. Os defeitos genéticos da hemoglobina (hemoglobinopatias) são as doenças genéticas mais comuns em todo o mundo. Substituições de alguns aminoácidos das cadeias globínicas podem resultar em hemoglobinas alteradas, tais como Hb C, D, E e S. A anemia falciforme (HbSS) é causada por uma mutação, em homozigose, que afeta os genes da globina beta, enquanto que o traço falciforme caracteriza o portador de hemoglobina S, na forma heterozigota (HbAS), que não apresenta a doença e nem possui anormalidades no número e na forma das suas hemácias e são clínica e hematologicamente saudáveis, aptos à doação de sangue, assim como ocorre com outros heterozigotos que apresentam Hb A. O presente estudo teve como objetivo principal identificar a prevalência de hemoglobinas alteradas nos doadores de sangue do Hemovida Serviços de Hemoterapia LTDA, em Natal - RN, no período de julho de 2014 a dezembro de 2017. Nos 15.079 doadores distintos que estavam aptos à doação de sangue, foram identificados 2,0% (300) de hemoglobinas alteradas em indivíduos com idades entre 19 e 66 anos (média de 28,5 anos), sendo 211 (70,3%) do sexo masculino e 89 (29,7%), do sexo feminino e a maioria dos doadores eram naturais do estado do Rio Grande do Norte. Não foi possível, porém, determinar o tipo de hemoglobina alterada nos doadores estudados. O levantamento destes dados mostra a importância de se identificar o tipo de hemoglobina variante no banco de sangue em estudo, para melhor avaliar o perfil das hemoglobinas de cada doador para um estudo epidemiológico mais preciso.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7675
Other Identifiers: 2014079650
Appears in Collections:Biomedicina

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
DeteccaoHemoglobinasAlteradas_Souza_2018.pdf1,05 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons