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dc.contributor.advisorBarbosa, Gustavo Augusto Seabra-
dc.contributor.authorCavalcanti, Camila da Silva-
dc.date.accessioned2018-10-18T19:03:36Z-
dc.date.available2018-10-18T19:03:36Z-
dc.date.issued2018-06-19-
dc.identifier2014044708pt_BR
dc.identifier.citationCAVALCANTI, Camila da Silva. Qualidade de vida, aspectos sociodemográficos e a disfunção temporomandibular. Monografia (Graduação) - Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7512-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectSíndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibularpt_BR
dc.subjectQualidade de Vidapt_BR
dc.subjectArticulação Temporomandibularpt_BR
dc.titleQualidade de vida, aspectos sociodemográficos e a disfunção temporomandibularpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1BARBOSA, Gustavo Augusto Seabra-
dc.contributor.referees2CARREIRO, Adriana da Fonte Porto-
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: A disfunção temporomandibular (DTM) consiste em uma disfunção de etiologia multifatorial, cujas alterações psicológicas estão incluídas. Os sintomas da DTM associados a fatores psicológicos e aos aspectos sociodemográficos representam uma influência negativa sobre a qualidade de vida. OBJETIVO: Avaliar a relação entre a qualidade de vida (QV) e os aspectos sociodemográficos (AS), sendo eles gênero, estado civil e situação profissional com a disfunção temporomandibular. MÉTODOS: Realizou-se um estudo de caso-controle com 120 pacientes do Departamento de Odontologia da UFRN, sendo 60 pacientes sem DTM no grupo controle e 60 pacientes com DTM no grupo de estudo. Para avaliação da QV, utilizou-se o World Health Organization Quality Of Life-Brief Version (WHOQOL) e para o diagnóstico de DTM um examinador previamente treinado realizou o RDC/TMD (Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders). Foram utilizados os testes t, qui-quadrado e razão de chances (OR) para análise estatística. RESULTADOS: Dos pacientes com DTM, 60,0% eram mulheres, 65,1% estavam sem parceiro e 71,4% apresentavam alguma ocupação profissional. O WHOQOL mostrou em todos os domínios e de forma geral, baixos níveis de QV para os indivíduos com DTM e OR=9,2 (p<0,001). Entre os AS, o sexo apresentou maior associação com DTM (OR=3,5; p=0,002), seguidos de situação profissional (OR=3,3) e estado civil (OR=2,8). CONCLUSÃO: Pode-se concluir que houve associação entre os AS e QV com a DTM. Os resultados sugerem que baixos níveis de QV estão mais presentes em pacientes com DTM, reforçando a necessidade de tratamento para a DTM com um enfoque nos vários possíveis fatores que a envolvem.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.contributor.referees3ALMEIDA, Érika Oliveira de-
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[2018.1] Qualidade de vida, aspectos sociodemográficos e a disfunção temporomandibular.pdfTrabalho de conclusão de curso - odontologia 2018.11.31 MBAdobe PDFThumbnail
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