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dc.contributor.advisorLima, Rita de Lourdes de-
dc.contributor.authorSilva, Layssa Karlla Santos da-
dc.date.accessioned2018-10-17T23:18:15Z-
dc.date.available2018-10-17T23:18:15Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier2012961558pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Layssa Karlla Santos da. Desvelando a violência contra as mulheres na Maternidade Escola Januário Cicco a partir da visão das usuárias. 2016. 95f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social), Departamento de Serviço Social, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7506-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.subjectPatriarcadopt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectViolência contra as mulherespt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectLei Maria da Penhapt_BR
dc.titleDesvelando a violência contra as mulheres na Maternidade Escola Januário Cicco a partir da visão das usuáriaspt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1Lima, Rita de Lourdes de-
dc.contributor.referees2Inácio, Miriam de Oliveira-
dc.description.resumoO fenômeno da violência contra as mulheres ultrapassa as barreiras de classes sociais, de raça/etnia, de idade, de escolaridade, de orientação sexual, etc. Tal fenômeno está ancorado em uma cultura machista e patriarcal, alimentado pelo capitalismo que tende a refuncionalizar a dominação-exploração das mulheres. Assim, o movimento feminista torna-se fundamental, erguendo a bandeira de luta contra os ditames patriarcais. Frente a isso, o objetivo central que orientou nosso trabalho foi “analisar a percepção das mulheres atendidas na Maternidade Escola Januário Cicco sobre o fenômeno da violência contra as mulheres”. Utilizamos como metodologia de abordagem o método dialético, com a utilização de pesquisa documental, sob o prisma de autores que trabalham com essa temática, e realizamos a pesquisa de campo de teor qualitativo, com a realização de 7 entrevistas semiestruturadas realizadas com mulheres atendidas na MEJC. Evidenciamos também a luta das feministas na política, no mundo do trabalho e também em interface com a saúde pública. Discutimos também a Lei Maria da Penha, que assume importante papel na luta de combate e enfrentamento a esse tipo de violência. Entre os principais resultados encontrados podemos destacar que as mulheres afirmam que, na maioria das vezes, não há denúncia, por inúmeros fatores, dentre eles: a descrença na Lei, por vergonha, medo. Verificamos também, em algumas falas, a naturalização atribuída historicamente aos casos de violência. Todas as mulheres conhecem alguma mulher vítima de violência, entretanto a maioria afirmou não conhecer a fundo a Lei 11.340/2006 o que ratifica a descrença nesse instrumento jurídico e impossibilita o desvendamento e enfrentamento desse fenômeno.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentServiço socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.contributor.referees3Souza, Thiago Diniz de-
Appears in Collections:Serviço Social

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