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Title: Gênero, feminismo e participação política das mulheres: uma análise da “marcha das vadias”
Authors: Oliveira, Thaisa Vanessa Costa
Keywords: Marcha das vadias;Feminismo contemporâneo;Autonomia das mulheres
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: OLIVEIRA, Thaisa Vanessa Costa. Gênero, feminismo e participação política das mulheres: uma análise da “marcha das vadias”. 2013. 79f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social), Departamento de Serviço Social, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Portuguese Abstract: Esse trabalho tem como objetivo analisar a “Marcha das Vadias”, enquanto expressão do feminismo contemporâneo. Nesse sentido, buscou-se investigar qual o papel político da “Marcha” e em que medida ela tem contribuindo para dar visibilidade à questão da dominação-exploração das mulheres. Nossa pesquisa se fundamenta em uma análise histórica e bibliográfica acerca da temática.Considerando a escassez teórica no que se refere ao nosso objeto de estudo, também utilizamos como recurso analítico reportagens, blogs feministas, artigos e matérias encontrados na internet sobre o tema. Este trabalho é composto por dois capítulos: 2.0 - Gênero e Patriarcado: uma análise histórica e conceitual; e o capítulo 3.0 O Movimento Feminista: uma breve contextualização. As indicações sinalizadas nesse trabalho, naturalmente, não tem a pretensão de serem conclusivas. Todavia, a pesquisa aponta para a compreensão de que a “Marcha das Vadias”, enquanto expressão do feminismo contemporâneo se constitui num espaço de manifestações em favor da liberdade e da autonomia das mulheres. Sua estratégia política tem sido repensar valores e comportamentos, resignificando o que é ser vadia e o que é ser mulher no mundo atual. Nesse sentido a “Marcha” desempenha o importante papel político de visibilizar a luta das mulheres contra o patriarcado, o sexismo, o racismo, a heteronormatividade, afirmando as mulheres enquanto sujeitos livres e autônomos para fazer suas escolhas. No entanto apesar de seu potencial estratégico a luta das mulheres por relações igualitárias de gênero encontra limites na sociabilidade do capital. Nesse sentido, ressaltamos que as lutas particulares são necessárias e se constituem como mediação estratégica no plano da emancipação política, porém não devem se esgotar nelas mesmas. Desse modo, qualquer luta que construamos deve estar alinhada à superação desta ordem e a construção de uma nova sociabilidade, onde os sujeitos possam ser plenamente livres, sem qualquer tipo de exploração ou dominação.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7473
Other Identifiers: 2009027582
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