Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/7445
Título: Entre o poder da história e a resistência da memória nos sertões: a construção identitária da cidade de Janduís e a rememoração de seu passado indígena (séculos XX e XXI)
Autor(es): DUTRA, Adalgisa Maria Alencar
Palavras-chave: Memória. Poder.;Discurso.;Janduís.;IHGRN
Data do documento: 12-Set-2018
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referência: DUTRA, Adalgisa Maria Alencar. Entre o poder da história e a resistência da memória nos sertões: a construção identitária da cidade de Janduís e a rememoração do seu passado indígena (séculos XX e XXI). 2018. 62 f. Monografia (Especialização) - Curso de História, Departamento de História, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Caicó, 2018.
Resumo: A pesquisa apresentada tem como foco temático, entender como se constroem os discursos sobre os indígenas tendo como base os escritos da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (1906) no início do século XX. Também buscamos compreender como se preserva a memória indígena na cidade de Janduís no século XXI, através de relatos memoriais de pessoas naturais da cidade. A metodologia utilizada, de modo geral, parte da análise qualitativa das fontes escritas, e a coleta das entrevistas orais, bem como suas transcrições. Utilizamos de aparato conceitual em Michel de Foucault (1970), para pensarmos como o discurso pode ser utilizado como manutenção de poder. Michel de Certeau (2007) norteou o nosso trabalho por suas indicações teóricas e metodológicas de se pensar o lugar de fala, e a influência na escrita. Pierre Nora (1993) nos ajuda a pensar a relação de história, memória e lugares de memória, o lugar de memórias estudado pelo autor trata-se de um lugar de consagração coletiva de um acontecimento, são lugares que guardam em sua simbologia suas memórias. O sociólogo Maurice Halbwachs (1950), contribui para pensarmos o conceito de memória coletiva, já que o mesmo afirma que toda memória é individual e coletiva, pois os sujeitos sociais compõem o mesmo meio, e com isso, compartilham de memórias coletivas. Assim, podemos perceber as diferenças ligadas aos discursos produzidos pelo IHGRN e a memória guardada pela cidade de Janduís.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7445
Outros identificadores: 20172007038
Aparece nas coleções:CERES - Especialização em História dos Sertões

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Monografia_EntrePoder_Dutra_2018.pdfMonografia886,15 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.