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dc.contributor.advisorPalmeira Sobrinho, Zéu-
dc.contributor.authorSouza, Monalisa Silveira de-
dc.date.accessioned2018-10-02T21:31:32Z-
dc.date.available2018-10-02T21:31:32Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier2013082722pt_BR
dc.identifier.citationSOUZA, Monalisa Silveira de. “Uberização" nas relações de emprego à luz da consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) brasileira. 2018. 68f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito), Departamento de Direito, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7422-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.subjectUberizaçãopt_BR
dc.subjectPrecarização do trabalhopt_BR
dc.subjectFlexibilizaçãopt_BR
dc.title“Uberização" nas relações de emprego à luz da consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) brasileirapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.referees1Palmeira Sobrinho, Zéu-
dc.contributor.referees2Mota, Fabiana Dantas Soares Alves da-
dc.description.resumoO estudo em tela tem como escopo a análise do sistema de Uberização, que se apresenta na forma de precarização do trabalho e flexibilização das relações trabalhistas, processo esse que vem se intensificando concomitantemente ao avanço da reorganização capitalista e da globalização. Diante desse cenário, a pesquisa analisa inicialmente a diferença entre os conceitos de flexibilização e precarização. Na segunda etapa, discorre sobre o aplicativo Uber, tomado como o objeto principal do estudo devido a sua popularidade e por servir de título para esse novo modelo de relação trabalhista. Por fim, analisa de que modo o aplicativo está inserido na legislação vigente, discorrendo sobre a dubiedade de um vínculo empregatício entre os motoristas e a plataforma. A pesquisa é justificada diante da conjuntura econômica vivenciada atualmente, bem como em razão do propósito das empresas, neste caso a Uber, de atingir um grande número de pessoas com eficiência, fazendo com que a concorrência e o aumento da demanda tragam a necessidade de flexibilizar as condições de trabalho. Tais circunstâncias geram a errônea conclusão de que aqueles escolhem ser “parceiros” do aplicativo estão em uma favorável relação empregatícia, quando, na verdade, há uma incerteza na interpretação desse vínculo causada pela própria plataforma, a partir do momento em que esta deixa uma margem interpretativa nas suas normas e termos de serviço apresentados. Dessa forma, permite-se que sejam suprimidos direitos historicamente conquistados, fortalecendo a condição de fragilidade do trabalhador em nome do interesse capitalista. O presente estudo utilizou o método qualitativo dedutivo, e, como técnica de pesquisa, a entrevista estruturada.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentDireitopt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.contributor.referees3Medeiros Neto, Xisto Tiago de-
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