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Title: Intervenção psicomotora em crianças com déficit de aprendizagem da expressão grafomotora em centros municipais de educação infantil da zona norte de Natal/RN
Authors: Maggi, Breno Valério de Souza
Keywords: Psicomotricidade;Intervenção psicomotora;Deficit de aprendizagem
Issue Date: 8-Aug-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: MAGGI, Breno Valério de Souza. Intervenção psicomotora em crianças com déficit de aprendizagem da expressão grafomotora em centros municipais de educação infantil da zona norte de Natal/RN. 2018. 16f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Psicomotricidade Clínica e Escolar) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Natal, RN, 2018.
Portuguese Abstract: Este projeto abordará o tema intervenção psicomotora em crianças que apresentam dificuldades de aprendizagens da expressão grafomotora em Centros Municipais de Educação Infantil da Zona Norte de Natal. Nas palavras de Sousa (2015, p.16) descreve que a psicomotricidade surgiu com o objetivo “fundamentar a estreita relação entre os estados psíquicos, e as suas manifestações por meio do corpo em movimento”. Entende-se por Intervenção Psicomotora (IPM), de acordo com Saíde (2009), como uma abordagem emergente do corpo humano, unificando as diferentes disciplinas que a ciência insiste em fragmentar, e propondo-se a estabelecer a conexão entre a corporalidade, a afetividade, a inteligência e a socialização. Saíde (2009) ainda complementa que é trabalhado a IPM holisticamente, e a sua prática psicomotora permite realizar uma abordagem a vários aspetos corporais em simultâneo – perceptivos, motores,sensoriomotores e ideomotores. A educação psicomotora funcional para estimulação da grafomotricidade foi descrita por Meur e Staes (1984), na obra Psicomotricidade: educação e reeducação, níveis maternal e infantil. E quando aborda-se sobre a questão da infância, Corsino (2008, p.08) apud Barreto (2016) aponta que “a noção de infância não é uma categoria natural, mas sim histórica e cultural. Isso quer dizer que esta fase do desenvolvimento infantil não existe por si só e nem existiu sempre, mas foi sendo construída ao longo da história da humanidade. Na cultura ocidental, por exemplo, a ideia de infância enquanto diferente da idade adulta, foi se constituindo na Modernidade”.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7278
Other Identifiers: 20172000903
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