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dc.contributor.advisorMartins, Ana Rafaela Luz de Aquino-
dc.contributor.authorRibeiro, Anne Kaline Claudino-
dc.date.accessioned2018-08-30T12:39:21Z-
dc.date.issued2018-06-19-
dc.identifier2013087040pr_BR
dc.identifier.citationRIBEIRO, Anne Kaline Claudino. Avaliação clínica longitudinal da condição periodontal de pacientes reabilitados com coroas totais unitárias. 2018. Monografia (Graduação) - Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/7198-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsembargoedAccesspr_BR
dc.subjectHigiene Bucalpr_BR
dc.subjectPeriodontiapr_BR
dc.subjectPrótese Dentáriapr_BR
dc.subjectCoroa Dentáriapr_BR
dc.titleAvaliação clínica longitudinal da condição periodontal de pacientes reabilitados com coroas totais unitáriaspr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.description.embargo2019-08-30-
dc.contributor.referees1Lins, Ruthinéia Diógenes Alves Uchôa-
dc.contributor.referees2Carreiro, Adriana da Fonte Porto-
dc.description.resumoO objetivo deste estudo foi avaliar longitudinalmente a condição periodontal de pilares dentários reabilitados com coroas totais unitárias. Foram avaliadas 26 coroas totais unitárias previamente a instalação (T0) e por um tempo de acompanhamento de 3, 6 e 12 meses (T1, T2 e T3, respectivamente). A coleta de dados consistiu da obtenção de parâmetros clínicos de Índice de Placa Visível (IPV), Índice de Sangramento Gengival (ISG), Índice de Sangramento a Sondagem (ISS), Profundidade de Sondagem (PS), Nível de Inserção Clínico (NIC), tomada radiográfica e avaliação protética. Os resultados evidenciaram aumento de IPV e ISG em T0-T2 e T0-T3, maior PS e ISS em T0-T3, NIC em T0-T2 e T0-T3 (p<0,05) e reabsorção óssea nos tempos de acompanhamento (p>0,05). Além disso, foi constatado 19,2%, 25% e 23,1% de pilares com desadaptação cervical em T1, T2 e T3, respectivamente. Não houve nenhuma relação estatisticamente significativa (p>0,05) entre a desadaptação cervical e os seguintes parâmetros: IPV, alterações clínicas periodontais e a reabsorção óssea nos pilares avaliados. O tipo de material da prótese teve associação estatística significativa (p<0,05) quando comparado à desadaptação cervical em T1 e quando associado ao IPV em T3. A partir dos parâmetros clínicos periodontais, foi verificado aumento de IPV, ISG, PS, ISS e NIC. Logo, é preciso cautela ao confeccionar próteses fixas, uma vez que a desadaptação cervical pode contribuir para acúmulo de biofilme. Então, antes de realizar qualquer tratamento reabilitador protético recomenda-se a manutenção da saúde periodontal e o controle de biofilme, para que a prótese fixa tenha longevidade.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.contributor.referees3Dantas, Euler Maciel-
dc.description.otherESPERANÇA NA PUBLICAÇÃO DO TRABALHO.pr_BR
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[2018.1] Avaliação clínica longitudinal da condição periodontal de pacientes reabilitados com coroas totais unitárias.pdfTrabalho de conclusão de curso - odontologia 2018.11.77 MBAdobe PDFThumbnail
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