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dc.contributor.advisorCosta, Eduardo Caldas-
dc.contributor.authorAraújo, Daniel Schwade-
dc.date.accessioned2018-07-10T15:16:48Z-
dc.date.available2018-07-10T15:16:48Z-
dc.date.issued2018-06-27-
dc.identifier20170151435pr_BR
dc.identifier.citationARAÚJO, Daniel Schwade. Alocação de Tempo para Atividades Físicas e Sedentárias em Universitários. 2018. 35 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física) - Departamento de Educação Física, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal, RN, 2018.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6845-
dc.description.abstractPhysical inactivity is considered a pandemic due to its prevalence, global reach and effects on public health, while also causing economic, social and environmental burdens. University students tend to have a higher risk for physical inactivity and sedentary behavior. The most commonly cited barrier for physical activity is “lack of time”. However, studies have shown that the amount of free time of the general population has been increasing throughout decades. Thus, the problem may not be in the amount of free time, but in how people allocate time. The objective of this study was to analyze the free time allocation patterns for physical and sedentary activities in university students. Eighty-eight university students (66 men and 22 women) participated in this study. Participants answered the following questionnaires: i) Time allocation questionnaire; ii) Global Physical Activity Questionnaire; iii) Sedentary Behavior Questionnaire. Subjects were divided into three groups, according to physical activity level: i) Active; ii) Very Active; iii) Extremely Active. A paired t-test was used to identify statistical differences in sample characterization data, and a one-way ANOVA with Bonferroni’s post-hoc was used to identify statistical differences in data between groups. No statistical differences were observed between groups for any domains of time allocation (Sleep, Free Time, Occupation, Transportation and Home-Based Activities), neither in the amount of time spent in sedentary behavior. The findings of this study indicate that there is no difference in time allocation patterns as weekly physical activity energy expenditure increases, assuming individuals are already physically active.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectAlocação de Tempo; Atividades Físicas; Universitários.pr_BR
dc.subjectTime Allocation; Physical Activity; University Students.pr_BR
dc.titleAlocação de Tempo para Atividades Físicas e Sedentárias em Universitáriospr_BR
dc.title.alternativeTime allocation patterns for physical and sedentary activity in university studentspr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Costa, Eduardo Caldas-
dc.contributor.referees2Elsangedy, Hassan Mohammed-
dc.description.resumoA inatividade física é considerada uma pandemia devido a sua prevalência, alcance global e efeitos sobre a saúde pública, tendo consequências também no âmbito econômico, social e ambiental. Estudantes universitários tendem a possuir um risco aumentado para a inatividade física e comportamento sedentário. A principal barreira citada para a prática de atividade física é a falta de tempo, entretanto, estudos mostram que a quantidade de tempo livre da população mundial vem aumentando ao longo das décadas. Assim, o problema pode não estar na quantidade de tempo livre, mas sim na maneira como os indivíduos alocam esse tempo. O objetivo deste trabalho foi analisar o padrão de alocação do tempo livre para atividades físicas e sedentárias entre universitários. 88 estudantes universitários (66 homens e 22 mulheres) participaram deste estudo. Os participantes responderam os seguintes questionários: i) Questionário de Alocação de Tempo; ii) Questionário Global de Atividade Física; iii) Questionário de Comportamento Sedentário. Os indivíduos foram divididos em três grupos, de acordo com seu nível de atividade física: i) Ativo; ii) Muito Ativo; iii) Extremamente Ativo. Foi utilizado um teste t pareado para identificar diferenças estatísticas nos dados de caracterização da amostra, e uma análise de variância simples com post-hoc de Bonferroni para identificar diferenças estatísticas nos dados entre grupos. Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para qualquer um dos domínios de alocação de tempo (Sono, Tempo Livre, Ocupação, Transporte e Atividades Domésticas), tampouco na quantidade de comportamento gasto em atividades sedentárias. Os achados do presente estudo indicam que, para indivíduos que já são fisicamente ativos, não existe uma diferença nos padrões de alocação de tempo conforme o gasto energético semanal com atividade física aumenta.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentEducação Físicapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApr_BR
dc.contributor.referees3Browne, Rodrigo Alberto Vieira-
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