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Title: Desenvolvimento de um modelo numérico 2D para estudo de ondas de gravidade na atmosfera
Authors: Paula, Rafael Alves de Azevedo
Keywords: Ondas de Gravidade;Atmosfera;Simulação numérica
Issue Date: 28-Jun-2018
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: PAULA, Rafael Alves de Azevedo de. Desenvolvimento de um modelo numérico 2D para estudo de ondas de gravidade na atmosfera. 2018. 61f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geofísica) - Departamento de Geofísica, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal - RN, 2018.
Portuguese Abstract: A atmosfera terrestre pode ser entendida como um envoltório de gases, que circundam a superfície do planeta terra e essa é aprisionada pela atração gravitacional. Perturbações na região da troposfera (0 - 20km) como, tempestades, ciclones, vulcões e outros, podem causar propagações de ondas, a qual são chamadas de Ondas de Gravidade. O presente trabalho tem como objetivo desenvolver um modelo numérico 2D, que simula a propagação desse tipo de onda nas altitudes entre 0 e 90 km, uma vez que equipamentos que coletam dados nessa região são escassos e consequentemente apresentam um alto custo. Para teste do modelo usou-se as referências (SNIVELY; PASKO, 2008) e (SABATINI et al., 2016), que simulam uma fonte convectiva e infrassônica, respectivamente. Para o primeiro trabalho esperava se encontrar uma interferência na propagação da onda na região de 20 e 30 km e foi isso que aconteceu. Para a fonte do segundo trabalho fez-se uma análise de velocidade das ondas que resultou em uma velocidade de 334,75 m/s na direção vertical e uma velocidade de 350 m/s para velocidades na direção horizontal, coerente com os mostrados nas referenciais, que indicam uma velocidade de 303- 338 m/s (TAHIRA, 2008). Contudo o modelo não está totalmente completo, uma vez que, após 303s de simulação apresenta erro. Com análise do desenvolvimento do per l de temperatura de niu-se como causador do problema as condições de contorno (esponja entre 90 - 100 km) na parte superior de nosso domínio computacional. A temperatura nessa região (90-100 km) apresenta variações de até 100 kelvin a qual não deveria ocorrer. Apesar disso o modelo pode ser considerado correto até antes desse problema, tomando como parâmetro a velocidade coerente com as referências e a validação do método computacional utilizado.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6795
Other Identifiers: 2014052290
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