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dc.contributor.advisorBagni, Ursula-
dc.contributor.authorLima, Ana Karla-
dc.date.accessioned2018-06-11T17:04:57Z-
dc.date.available2018-06-11T17:04:57Z-
dc.date.issued2018-06-01-
dc.identifier2013086857pr_BR
dc.identifier.citationLIMA, Ana Karla Silva de. Prevalência de dislipidemias em mulheres privadas de liberdade em regime fechado. 2018. 16f. Trabalho de Conclusão de Curso - Curso de Nutrição, Departamento de Nutrição, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6502-
dc.description.abstractOBJECTIVE: To evaluate the prevalence of dyslipidemias in women deprived of their liberty in a closed regime. METHODOLOGY: Cross-sectional, observational, descriptive study developed with the totality of female inmates in a closed regime in the city of Natal, Rio Grande do Norte, Brazil. For this research, it was used secondary data from the prisoners' health documents with registration of the blood tests performed at the institution in 2012 and 2015. Was investigated the prevalence of isolated hypercholesterolemia, isolated hypertriglyceridemia, mixed hyperlipidemia and low HDL-c, according to the Brazilian Guidelines for Dyslipidemias and Prevention of Artherosclerosis. The comparison of the prevalences in the two moments occurred through the Chi-square test. RESULTS: There was a significant reduction in the prevalence of low HDL, decreasing from 80.6% in 2012 to 61.8% in 2015 (p = 0.001). The prevalence of isolated hypertriglyceridemia increased from 17.8% in 2012 to 27% in 2015 (p = 0.08), while the frequency of mixed hyperlipidemia and isolated hypercholesterolemia did not show a significant change in the period studied. CONCLUSION: The prison scene may favor changes in the lipid profile of women deprived of their liberty in a closed regime, and contribute to the development and / or aggravation of chronic noncommunicable diseases. Thus, it is necessary to intensify the health actions directed to this group, aiming to control the multiple factors that may be involved in this process of illness.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectDoenças crônicas não transmissíveis, triglicerídeo, colesterol, sistema prisionalpr_BR
dc.subjectChronic noncommunicable diseases, triglycerides, cholesterol, prison system.pr_BR
dc.titlePrevalência de dislipidemias em mulheres privadas de liberdade em regime fechado.pr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Bagni, Ursula-
dc.contributor.referees2Dametto, Juliana-
dc.description.resumoOBJETIVO: Avaliar a prevalência de dislipidemias em mulheres privadas de liberdade em regime fechado. METODOLOGIA: Estudo observacional, transversal, de caráter descritivo, desenvolvido com a totalidade das mulheres reclusas em regime fechado da cidade de Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Foram utilizando dados secundários dos prontuários de saúde das detentas com registro dos exames de sangue realizados na instituição em 2012 e 2015. Investigou-se a prevalência de hipercolesterolemia isolada, hipertrigliceridemia isolada, hiperlipidemia mista e HDL-c baixo, conforme os critérios vigentes na Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Arterosclerose A comparação das prevalências nos dois momentos se deu por meio do teste Qui-quadrado. RESULTADOS: Observou-se redução significativa na prevalência de HDL baixo de 80,6% em 2012 para 61,8% em 2015 (p=0,001). A prevalência de hipertrigliceridemia isolada elevou-se de 17,8% em 2012 para 27% em 2015 (p=0,08), enquanto a frequência de hiperlipidemia mista e hipercolesterolemia isolada não demonstraram alteração significativa no período estudado. CONCLUSÃO: O cenário do cárcere pode favorecer alterações no perfil lipídico de mulheres privadas de liberdade em regime fechado, e contribuir para o desenvolvimento e/ou agravamento de doenças crônicas não transmissíveis. Assim, é necessário intensificar as ações de saúde voltadas a esse grupo, visando controlar os múltiplos fatores que podem estar envolvidos neste processo de adoecimento. Palavraspr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentNutriçãopr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.contributor.referees3Silva, Nayara-
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