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dc.contributor.advisorSilva, Carla Glenda Souza da-
dc.contributor.authorKrüger, Alícia-
dc.date.accessioned2018-06-11T13:52:12Z-
dc.date.available2018-06-11T13:52:12Z-
dc.date.issued2017-04-03-
dc.identifier20162008710pr_BR
dc.identifier.citationKRÜGER, Alícia; SILVA, Carla Glenda Souza da (Orient.). Inserção dos campos “nome social” e “ identidade de gênero” nos sistemas de vigilância em saúde: uma alternativa para qualificação da informação sobre a epidemia de HIV/Aids na população trans brasileira. 2017. 36f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Especialização em Gestão da Política de DST, AIDS, Hepatites Virais e Tuberculose – Educação a Distância) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6480-
dc.description.abstractStudies around the world suggest that transgenderl and transvestite women (in case of Brazil) have a high vulnerability to HIV. Despite this, erroneously, these are often included in the category of men who have sex with men (MSM) in epidemiological studies. The lack of specific and qualified data on the transgender population in surveillance systems confirms the poor understanding of the HIV epidemic among them. Some surveillance systems of the Department of Sexually Transmitted Infections, HIV/aids and Viral Hepatitis, of the Health Surveillance Secretariat of the Ministry of Health of Brazil (DIAHV / SVS / MS) such as SILCOM and SISCEL already include an optional fill-in field of social name. Since then, the evaluation of data on trans persons available on the national surveillance basis has been started. For the evaluation, it is considered like trans, people whose social name filled in systems of registries differed from the civil name of registry. These screening data occur only by crossing these two systems. However, for more robust information, the insertion of these fields into other systems, such as SINAN and SIM, is fundamental so that, even in the annual Epidemiological Bulletins of the DIAHV / SVS / MS, whose data source is these surveillance systems, there are data from the epidemic among trans people, which does not occur nowadays, since only sex information and category of exposure (whether sexual, encompassing only homosexual, heterosexual or bisexual) are available, therefore the numbers of the epidemic between trans people.pr_BR
dc.description.sponsorshipMinistério da Saúdepr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectTransexualidade/Travestilidade; Sistemas de Vigilância em Saúde; HIV/aids; Qualificação de Dados.pr_BR
dc.subjectTransexualism; Health Surveillance Systems; HIV/aids; Qualified Datapr_BR
dc.titleInserção dos campos “nome social” e “identidade de gênero” nos sistemas de vigilância em saúde: uma alternativa para qualificação da informação sobre a epidemia de HIV/Aids na população trans brasileira.pr_BR
dc.typepostGraduateThesispr_BR
dc.contributor.referees1Silva, Carla Glenda Souza da-
dc.description.resumoEstudos existentes em todo o mundo sugerem que as mulheres transexuais e travestis (no caso do Brasil) possuem altíssima vulnerabilidade ao HIV. Apesar disso, erroneamente, estas são frequentemente incluídas na categoria de homens que fazem sexo com homens (HSH) em estudos epidemiológicos. A falta de dados específicos e qualificados sobre a população trans em sistemas de vigilância confirma a fraca compreensão da epidemia de HIV entre eles. Alguns sistemas de vigilância do Departamento das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/aids e das Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (DIAHV/SVS/MS), como o SILCOM e o SISCEL, já incluem um campo para preenchimento opcional de nome social. Desde então, iniciou-se a avaliação de dados de pessoas trans disponíveis na base de vigilância nacional. Para a avaliação, considera-se como trans pessoas cujo nome social preenchido em sistemas de registros diferiram do nome civil de registro. Estes dados de rastreio ocorrem apenas pelo cruzamento desses dois sistemas. Todavia, para uma informação mais robusta, a inserção destes campos em outros sistemas como o SINAN e o SIM são fundamentais para que, inclusive, nos Boletins Epidemiológicos anuais do DIAHV/SVS/MS, cuja fonte de dados são estes sistemas de vigilância, existam dados da epidemia entre pessoas trans, o que não ocorre na atualidade, pois apenas as informações de sexo e categoria de exposição (se sexual, abrangendo apenas homossexual, heterossexual ou bissexual) estão disponíveis, não sendo visível, portanto, os números da epidemia entre pessoas trans.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentCURSO DE ESPECIALIZAÇÃO SOBRE GESTÃO DAS POLITICAS DE DST/AIDS, HEPATITE VIRAIS E TUBERCULOSEpr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqVigilância em Saúde; Saúde Coletiva; Saúde LGBT.pr_BR
Appears in Collections:Especialização sobre Gestão das Políticas de DST/Aids, Hepatites Virais e Tuberculose

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