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Title: Caracterização do uso e cobertura da terra na encosta Sudoeste da Serra de Santana - RN, trecho São Vicente - Florânia
Authors: Dantas, Henrique Roque
Keywords: Sensoriamento Remoto;Uso da terra;Análise da Paisagem
Issue Date: 27-Dec-2017
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: DANTAS, Henrique Roque; COSTA, Diógenes Felix da Silva. CARACTERIZAÇÃO DO USO E COBERTURA DA TERRA NA ENCOSTA SUDOESTE DA SERRA DE SANTANA – RN, TRECHO SÃO VICENTE – FLORÂNIA. 2017. 55 f. Monografia (Graduação) - Curso de Geografia Bacharelado, Geografia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Caicó, 2018.
Portuguese Abstract: O semiárido brasileiro apresenta diversas fisionomias da paisagem, as quais algumas apresentam variações significativas numa pequena escala do espaço geográfico. Tais mudanças estão intrinsecamente associadas à fatores naturais, bem como à fatores antrópicos. A Serra de Santana, localizada no semiárido norteriograndense, apresenta fisiologias de paisagens bem distintas, as quais carecem de pesquisas mais aprofundadas nesse ecossistema. Com esse estudo, objetivou-se analisar e cartografar a encosta Sudoeste da Serra de Santana, as quais abrangem os municípios de São Vicente, Florânia e Tenente Laurentino Cruz. Foi utilizado como principal ferramenta a Sensoriamento Remoto e técnicas de Geoprocessamento, além de bases de dados cadastrais já existentes para enfim criar um SIG com as informações obtidas. Os resultados mostraram que o Sensoriamento remoto é imprescindível para realizar tais analises numa escala a nível de região. Destacou-se também que a região em epígrafe possui 60% de sua área preservada com Caatinga Arbórea-arbustiva Densa, em decorrência da Geomorfologia peculiar, apresentando áreas com declividade maior que 45% de declividade, incapacitando a ocupação humana. Nas áreas de baixio apresenta as maiores áreas de ocupação humana compreendendo 24,8% de área ocupada, apresentando cidades, ocupações humanas e áreas de agricultura de subsistência. Os resultados mostraram que o relevo foi fator preponderante na espacialização da ocupação humana, e consequentemente na não degradação de zonas de preservação permanente.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6115
Other Identifiers: 2015083003
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