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dc.contributor.advisorAlmeida, Lutiane Queiroz de-
dc.contributor.authorSilva, Samara Sayonara Cândida da-
dc.date.accessioned2018-02-20T12:06:21Z-
dc.date.available2018-02-20T12:06:21Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier2014054929pr_BR
dc.identifier.citationSILVA, Samara Sayonara Cândida da. Padrões espaciais dos acidentes do transporte metroferroviário de passageiros na região metropolitana de Natal. 2017. 66f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia - Bacharelado), Departamento de Geografia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/5857-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectRiscopr_BR
dc.subjectAcidentepr_BR
dc.subjectTransportepr_BR
dc.subjectTrempr_BR
dc.titlePadrões espaciais dos acidentes do transporte metroferroviário de passageiros na região metropolitana de Natalpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Carvalho, Ricardo José Matos de-
dc.contributor.referees2Macedo, Yuri Marques-
dc.description.resumoO transporte de passageiros sobre trilhos faz parte do cotidiano brasileiro desde o século XIX, no entanto, a dimensão geográfica no que concerne à análise dos riscos associados a este modal ainda é pouco explorada. No Rio Grande do Norte, o trecho ativo da via férrea corresponde a 56,2 quilômetros de extensão, que abrangem quatro municípios (Ceará-Mirim, Extremoz, Natal e Parnamirim), divididos em duas linhas (Norte e Sul), sendo considerados trens urbanos de alcance metropolitano. Nesse trecho, de janeiro de 2013 a setembro de 2017, foram registrados 84 acidentes, entre abalroamentos (colisões), atropelamentos, descarrilhamentos e lançamento de pedras contra as locomotivas. Diante desta realidade o presente estudo teve como objetivo principal investigar o risco de acidentes associados à passagem dos trens em ambiente urbano, sob um olhar geográfico e estatístico, com o intuito de quantificar e espacializar os acidentes. Para isso utilizou-se como metodologia o levantamento e análise das ocorrências registradas através da Comissão de Acidentes da empresa gestora do modal (CBTU), levantamentos quantitativos e qualitativos para a captura dos padrões espaciais e temporais, além da espacialização dos dados, através dos quais chegou-se à conclusão que os espaços com maior fluxo de pessoas e veículos em circulação sobre a via férrea (como as passagens de nível), somado a outros fatores espaciais, a sinalização pouco efetiva e a falta de conscientização por parte daqueles que estão em interação com os trilhos, são fatores determinantes para a efetivação dos acidentes no território dominado pelo modal ferroviário.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentGeografia - Bachareladopr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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