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dc.contributor.advisorFonseca, Géssica Fabiely-
dc.contributor.authorSilva, Gabriela Maia da-
dc.date.accessioned2018-02-07T19:16:21Z-
dc.date.available2018-02-07T19:16:21Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier2014007778pr_BR
dc.identifier.citationSILVA, Gabriella Maia da. Concepções de docentes frente aos processos de escolarização de estudantes com autismo na cidade de Apodi/RN. 2017. 25f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia), Centro de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/5745-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectEstratégiaspr_BR
dc.subjectAutismopr_BR
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapr_BR
dc.subjectInclusãopr_BR
dc.titleConcepções de docentes frente aos processos de escolarização de estudantes com autismo na cidade de Apodi/RNpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Fonseca, Géssica Fabiely-
dc.description.resumoUm tema bastante relevante na sociedade atual é a inclusão. No âmbito escolar isso tem sido discutido de forma muito intensa. Neste contexto, entre os alunos que podem ser considerados como estudantes com deficiência encontram-se pessoas com autismo. O Autismo e todos os distúrbios, incluindo o transtorno autista, transtorno desintegrativo da infância, transtorno generalizado do desenvolvimento não especificado (PDD-NOS) e Síndrome de Asperger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado de Transtornos do Espectro Autista – TEA. Considerando a problemática envolvendo concepções dos docentes acerca do TEA em salas de aulas comuns, o objetivo geral desse trabalho é descrever concepções das professoras acerca dos processos de escolarização de estudantes com autismo na cidade de Apodi/RN. A fim de alcançar esses objetivos, foi desenvolvida uma pesquisa de caráter qualitativo. Os dados foram coletados a partir de um questionário aplicado a seis professoras do ensino fundamental denominadas nesse estudo como P1, P2, P3, P4, P5, P6. A partir da análise do questionário aplicado a essas professoras, verificamos que as escolas assim como as professoras têm enfrentado algumas barreiras para inclusão de alunos com TEA, sendo elas: conhecimento limitado sobre o TEA e estratégias e lacunas na formação continuada; aspectos relacionados à estrutura da instituição; dificuldade de diálogo entre família e escola; e, além disso, em alguns casos verificamos concepções de senso comum dos profissionais de educação, que compreendem as dificuldades da criança com TEA apenas como socialização, desconsiderando a sua capacidade de aprendizagem de conteúdos ministrados em sala de aula. Portanto, podemos concluir que a formação continuada, a estruturação das escolas, a garantia do direito ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), o diálogo mais consistente e consciente entre família e escola, são estratégias que podem ajudar a vencer as barreiras que estão dificultando o aprendizado e a inclusão de alunos com TEA.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentPedagogia EaDpr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopr_BR
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