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dc.contributor.advisorPichorim, Mauro-
dc.contributor.authorGrangeiro, Raissa Danielle Praxedes-
dc.date.accessioned2018-01-11T12:49:25Z-
dc.date.available2018-01-11T12:49:25Z-
dc.date.issued2017-11-30-
dc.identifier2012901166pr_BR
dc.identifier.citationGRANGEIRO, Raissa Danielle Praxedes. Estrutura do habitat e composição da comunidade de aves de uma região no semiárido da Bahia. 2017. 54f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas), Departamento de Botânica e Zoologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/5554-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectCobertura Vegetalpr_BR
dc.subjectSensitividadepr_BR
dc.subjectGrupos Tróficospr_BR
dc.titleEstrutura do habitat e composição da comunidade de aves de uma região no semiárido da Bahiapr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Lima, Guilherme Santos Toledo de-
dc.contributor.referees2Lisboa, Carolina Maria Cardoso Aires-
dc.description.resumoEste trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da cobertura vegetal de Caatinga na comunidade de aves de uma região nos municípios de Caetité e Pindaí, Bahia, nordeste do Brasil. Foram determinados dez pontos de levantamento em remanescentes da região, delimitado o raio de 1 km a partir do ponto de escuta e definido o tipo de vegetação como Caatinga Arbórea, Caatinga Arbustiva, Caatinga Herbácea e Solo Exposto. Levantamentos quantitativos foram realizados em dez pontos de escuta com duração de 20 minutos, sendo quatro eventos em cada ponto ao longo de um ano, nos meses de março, junho, setembro e dezembro de 2016. Devido à ocorrência de chuvas, os meses de março e dezembro foram considerados como período chuvoso, e junho e setembro como período seco. Foi possível registrar 115 espécies de aves para a região do estudo. Houve diferença significativa de riqueza quando comparados os períodos de seca e chuva. A cobertura vegetal não foi suficiente para explicar os grupos tróficos do local. Já com relação à sensitividade, o resultado se mostrou significativo (p = 0,004) para espécies com alta sensitividade que tendem a aumentar o seu número com o aumento de vegetação arbórea. O mesmo aconteceu para as espécies dependentes de florestas, apresentando resultado significativo (p = 0,007) em áreas de Caatinga Arbórea, mostrando que mesmo em pequena porcentagem, as áreas de Caatinga Arbórea ajudam a manter mais da metade das espécies de aves da região, visto que 59 espécies (51,2% do total registrado) são dependentes ou semi-dependentes de florestapr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentCiências Biológicas (Bacharelado)pr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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