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Title: Relação da força muscular periférica e nível de funcionalidade em pacientes críticos no Hospital Universitário Onofre Lopes
Authors: Ferreira, Vitória Dias
Keywords: Força muscular, Aptidão física, Cuidados críticos.;Muscle strength, Physical fitness, Critical care.
Issue Date: 7-Dec-2017
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: Relação da força muscular periférica e nível de funcionalidade em pacientes críticos no Hospital Universitário Onofre Lopes. 2017. 52f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Fisioterapia. Natal, RN, 2017.
Portuguese Abstract: Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é destinada ao acolhimento de pacientes em estado crítico para receber atendimento especializado. A avaliação fisioterapêutica é usada na evolução clínica e em pesquisa para diagnósticos, prognósticos e resposta a tratamentos. Objetivo: Verificar a relação entre força muscular periférica e funcionalidade em pacientes críticos. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, analítico e de delineamento transversal realizado na UTI adulto do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL). A amostra foi dividida em 3 grupos, de acordo com o dia de internamento. Foram avaliadas a Funcionalidade (FSSICU) e a Força de Preensão Manual (FPM). Para análise estatística utilizou-se o programa SPSS versão 20.0. A distribuição dos dados foi analisada por meio do teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov e a análise da variância entre os grupos pelo teste ANOVA. Utilizou-se teste de correlação de Pearson e adotado um p-valor menor do que 0,05. Resultados: Foram avaliados 40 pacientes, destes, 65% são homens e 55% apresentaram aglomeração de três ou mais fatores de risco, estando a Hipertensão Arterial Sistêmica presente em 72,5% dos participantes. 67,5% tinham como motivo de internação patologias de origem cardiovascular. O escore da FSS-ICU apresentou média de 16,6 (± 10,28) para toda a amostra, o que indica uma funcionalidade baixa. Houve redução da funcionalidade e da FPM (Kgf) quando comparados os grupos, a medida que aumentou o tempo de internação. Observou-se correlação moderada entre toda a amostra e o grupo > 48 horas (r= 0,67, p<0,01). Não houve variância significativa entre a funcionalidade (p=0,90) e a força de preensão manual (p=0,22) com a aglomeração de fatores de risco. Conclusão: Os dados sugerem que os valores encontrados entre FPM e funcionalidade correlacionam-se moderadamente, talvez pela sensibilidade das medições a partir de 48 horas. A aglomeração dos fatores de risco não apresentou variância para força e funcionalidade.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/5358
Other Identifiers: 2013086721
metadata.dc.description.embargo: 2018-07-01
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