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Título: Associação da depressão e distúrbio do sono com a disfunção temporomandibular.
Autor(es): Peixoto, Karen Oliveira
Palavras-chave: Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular.;Depressão;Transtornos do sono.
Data do documento: 29-Nov-2016
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referência: PEIXOTO, Karen Oliveira. Associação da depressão e distúrbio do sono com a disfunção temporomandibular. 2016. Monografia (GRADUAÇÃO) Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016
Resumo: A disfunção temporomandibular (DTM) é considerada atualmente um importante problema de saúde pública em decorrência não só da sua alta prevalência na população mundial como também por estar associada a diversas comorbidades debilitantes. O objetivo desse estudo foi avaliar a inter-relação entre a DTM, a depressão e o distúrbio do sono. Trata-se de um estudo do tipo caso-controle com aplicação de questionários em 100 pacientes, com e sem DTM, alocados do departamento de Odontologia da UFRN, Natal-RN, no período de setembro de 2014 a junho de 2015, para avaliação de sintomas depressivos através do IDB (Inventário de depressão de Beck); distúrbio do sono, pelo PSQI (Índice de qualidade de sono de Pittsburgh) e DTM através do RDC/TMD (Critérios Diagnósticos de Pesquisa para DTM). Todos os índices foram aplicados por um único examinador previamente treinado e calibrado. Os dados coletados foram analisados com o teste Qui-quadrado de Pearson (χ2). Os resultados demonstraram que o sexo feminino foi o mais acometido pela DTM (p=0,006), sendo a maioria dos pacientes com distúrbio do sono 57,10% (n=32) diagnosticados com a disfunção temporomandibular e daqueles com sintomas depressivos 71,40% apresentaram DTM. O grupo de diagnóstico de DTM I e III (muscular e degenerativa) combinado foi o mais frequente na população estudada bem como o subgrupo diagnosticado com artralgia e dor miofascial, ao mesmo tempo com e sem limitação de abertura. Os dados dessa pesquisa nos permitem concluir que os pacientes com DTM, na população estudada, foram mais susceptíveis a apresentarem alterações do sono e sintomas depressivos.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/4830
Outros identificadores: 2012975016
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