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dc.contributor.advisorBarros, Ilena Felipe de-
dc.contributor.authorMeireles, Lívia Sani Paulino de-
dc.date.accessioned2017-08-17T14:56:44Z-
dc.date.available2017-08-17T14:56:44Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier2013033844pr_BR
dc.identifier.citationMEIRELES, Lívia Sani Paulino de. “Uma vida sem violência, um direito de toda mulher”: análise da violência contra mulher no Brasil. 2016. 79f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social), Departamento de Serviço Social, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/4655-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectViolência contra mulherpr_BR
dc.subjectGêneropr_BR
dc.subjectLei Maria da Penhapr_BR
dc.subjectPolíticas públicaspr_BR
dc.subjectMovimentos sociaispr_BR
dc.title“Uma vida sem violência, um direito de toda mulher”: análise da violência contra mulher no Brasilpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Oliveira, Tibério Lima-
dc.contributor.referees2Duarte, Cláudia Gabriele da Silva-
dc.description.resumoEsse trabalho tem como tema central a violência de gênero contra a mulher. O Objetivo Geral foi analisar as relações desiguais de gênero, apreendendo as particularidades da violência contra mulher no Brasil. Objetivos Específicos são: desvelar as principais características dessa problemática que é, também, uma questão de saúde pública e violação dos direitos humanos; Enfatizar a importância da intervenção do Estado e da sociedade como um todo, para implementação de políticas públicas de prevenção e combate a violência; entender a importância de capacitar os aplicadores da Lei 11.340/2006, intitulada Lei Maria da Penha, nas delegacias e como isso implicará em um bom atendimento; realizar uma breve retomada histórica das relações de gênero e seus impasses na sociedade capitalista-patriarcal, como também do processo de desenvolvimento das políticas públicas de combate a essa problemática, em especial a Lei 11.340/2006. Metodologicamente foi feita a revisão de literatura e pesquisa documental realizada em livros, artigos, monografias, dissertações e sites relacionados à temática abordada. O método utilizado para análise das bibliografias foi o Materialismo Dialético de Marx. Com isso, concluímos que a violência de gênero contra as mulheres se estrutura nas normas e valores traçados por uma sociedade capitalista-patriarcal que naturaliza e dissemina as desigualdades nas relações sociais de gênero, na qual a mulher é vista como complemento e objeto do homem. Essa realidade afeta diretamente a vida dessa categoria em seu ambiente de trabalho no qual sofre preconceitos, sendo destinados os cargos de menor importância, e quando fogem a essa regra, mesmo que ocupem lugares que antes eram destinados aos homens, recebem menores salários e precisam está provando sempre sua capacidade. Servindo assim, de mão-de-obra barata para o capital tendo que cumprindo uma jornada dupla, na medida em que continua sendo sua obrigação os cuidados domésticos. Nas relações familiares, são vítimas de opressão e violências baseadas no gênero, tendo como agressor um parente ou pessoa que a mesma mantenha algum tipo de relação. Esses podem ser seu pai, irmão, marido, namorado. Essa particularidade torna difícil a quebra do ciclo de violência, na medida em que a mesma mantem um vínculo de afeto com o seu agressor, para isso, como fruto de reivindicações dos movimentos sociais, surgem políticas públicas direcionadas às mulheres. Como uma das principais conquistas temos a Lei Maria da Penha, que abarca justamente as particularidades da violência ocorrida em âmbito doméstico e familiar que se baseia nas diferenças de gênero. Ela prevê a punição dos agressores e acolhimento e proteção das vítimas, no entanto, são grandes os desafios para que ela seja implementada de fato, tendo em vista toda a falta de estrutura física que é dada para os órgãos que trabalham com essa problemática, como também a falta de capacitação de seus aplicadores, em especial das Delegacias Especializadas (DEAMS) que é a principal referência para às vítimas e a sociedade no geral, que precisam ser atendidas de maneira acolhedora, humanizada e livre de preconceitos.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentServiço Socialpr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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