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Title: Efeitos da administração aguda e crônica de agomelatina sobre comportamentos relacionados à ansiedade e ao pânico em ratas submetidas ao labirinto em T elevado
Authors: Gomes, Ana Clara da Costa Nunes
Keywords: Agomelatina;Agomelatine;Ansiedade;Anxiety;Labirinto em T elevado;Elevated T maze
Issue Date: 23-Nov-2016
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: GOMES, Ana Clara da Costa Nunes. Efeitos da administração aguda e crônica de agomelatina sobre os comportamentos relacionados à ansiedade e ao pânico em ratas submetidas ao labirinto em T elevado. 2016. 44 f. Trabalho de Conclusão de Curso ( Graduação em Biomedicina) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal-RN, 2016.
Portuguese Abstract: A agomelatina é utilizada para o tratamento de depressão e tem mostrado eficácia em aliviar os sintomas de ansiedade. O labirinto em T elevado (LTE) se baseia na aversão inata que roedores apresentam a espaços abertos e altos, permitindo a observação das respostas de esquiva inibitória e de fuga de um mesmo animal. Tais respostas vem sendo associadas, respectivamente, a ansiedade generalizada e ao pânico. O objetivo do presente estudo foi avaliar se a administração de agomelatina altera as respostas relacionadas à ansiedade e ao pânico em ratas. Foram realizados experimentos de forma aguda, nas doses de 25, 50 e 75 mg/Kg/2mL, e de forma crônica na dose de 50 mg/Kg/2mL durante 25 dias. Neste último grupo houve, também, a avaliação da histologia hepática. Para avaliação da atividade locomotora das ratas, utilizou-se o teste de campo aberto. Os resultados demonstram que, tanto a administração aguda de agomelatina quanto a administração crônica, em fêmeas, não altera significativamente a locomoção das ratas. Em relação à resposta de esquiva inibitória, foi visto que não houve alteração desta resposta para ambas as administrações, incluindo a análise das ratas em proestro/estro. Houve efeito das tentativas, sugerindo aquisição da esquiva inibitória em todos os casos. A administração aguda de agomelatina na dose de 25 mg/Kg favoreceu uma redução na latência para a fuga, o que não foi evidenciado para as demais doses, nem após tratamento crônico com a dose de 50 mg/Kg. Em relação à histologia hepática após a administração crônica de agomelatina, não foram observadas alterações quando comparado ao grupo controle. Os dados aqui obtidos sugerem efeito panicogênico após administração aguda e ausência de efeito comportamental, bem como de hepatotoxicidade após administração crônica em fêmeas.
Abstract: Agomelatine is used for treating depression and it has been shown efficient in relieving the symptoms of anxiety. The Elevated T maze (ETM) is based on innate aversion of rodents to open and high spaces, allowing the observation of inhibitory avoidance and escape responses in the same animal. Such responses have been associated, respectively, with generalized anxiety and panic. The aim of present study was to evaluate if agomelatine administration alter anxiety and panic-like responses in female rats. Agomelatine was acutely administered at doses of 25, 50 and 75 mg/kg/2mL, and chronically administered at a dose of 50 mg/kg/2 ml for 25 days. In the latter group liver histology was evaluated. To evaluation the locomotor activity of the rats we used the open field test. The results demonstrate that both acute and chronic administration of agomelatine in females do not significantly alter the locomotion of the rats. Regarding the inhibitory avoidance response, there was no changes in this response for both acute and chronic treatments, including the analysis of rats in proestrus/estrus. A trial effect was observed, suggesting acquisition of inhibitory avoidance in all cases. A decrease in the escape response latency was observed after acute, but not chronic administration of agomelatine. Regarding hepatic histology after chronic administration, no changes were observed when compared to the control group. Data here obtained suggest a panicogenic-like effect of acute administration of agomelatine and the absence of both behavioral and hepatic toxicity effects after chronic administration in females.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/4532
Other Identifiers: 2012911538
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