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Title: Crescendo em cativeiro: padrão comportamental exibido por macacos prego juvenis em centros de resgate e zoológicos
Authors: Nascimento, Bárbara Floripes do
Keywords: Macaco-prego;Monkey-nail;Desenvolvimento;Development;Ambiente;Environment
Issue Date: 29-Jun-2017
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: NASCIMENTO, Bárbara Floripes do. Crescendo em cativeiro: padrão comportamental exibido por macacos prego juvenis em centros de resgate e zoológicos. 2017. 39 f. Monografia (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.
Portuguese Abstract: Uma das hipóteses que visam explicar o longo período de imaturidade dos primatas relaciona o prolongado desenvolvimento com o tempo necessário para superar essas limitações morfológicas, fisiológicas e sociais através do aprendizado. O ambiente de cativeiro apresenta desafios físicos e cognitivos aos animais diferentes dos encontrados no ambiente natural, e indivíduos adultos vivendo em cativeiros e zoológicos costumam apresentar altos índices de comportamentos indicativos de estresse quando comparados com animais de vida livre. Diante disto, esse trabalho teve como objetivo descrever o comportamento de macacos-prego juvenis (Sapajus libidinosus) de diferentes idades (I, II e III) em diferentes ambientes cativos e sua relação com comportamentos indicativos de estresse. Testamos a hipótese de que o desenvolvimento desses animais é afetado pelas diferenças na complexidade física dos ambientes. A amostra com n = 24 animais (juvenil 1= 9, juvenil 2 = 9, juvenil 3= 6 indivíduos, sendo 17 machos e 7 fêmeas) foi proveniente de quatro bancos de dados comportamentais já disponibilizados pelo IDSS lab. O método de amostragem variou ente registros contínuos e registros instantâneos do comportamento dos animais Um total de 12 macro categorias foram comparadas e 203,57 horas de observação de comportamentos de juvenis foram analisadas via MANOVA. Nossos resultados apontaram diferenças significativas entre recintos no padrão de comportamentos alimentar, social positivo, social negativo, inatividade, BPIS auto direcionado e coçar. Verificamos índices mais altos (porém estatisticamente não significativos) de BPIS em ambientes mais restritos. Ademais juvenis em zoológicos e cetas passaram mais tempo inativos e se envolveram menos em interações sociais. Isto sugere que a restrição ambiental parece provocar menos estresse em juvenis que em adultos. Entretanto, este tipo de habilidade pode estar prejudicando a prática de comportamentos e habilidades de manipulação de alimentos e interações sociais.
Abstract: One of the hypothesis that aim to explain the long period of immaturity of primates relates the long development with the time necessary to overcome these morphological, physiological and social limitations through learning. The captive environment presents physical and cognitive challenges to animals different from that found in natural areas, and adult individuals living in captivity and zoos often have high rates of stress-related behavior when compared to free-living animals. The objective of this study was to describe the behavior of juvenile monkeys (Sapajus libidinosus) of different ages (I, II and III) in different captive environments and their relationship with behavior indicative of stress. We tested the hypothesis that the development of these animals is affected by the differences in the physical complexity of the environments. The sample with n = 24 animals (juvenile 1 = 9, juvenile 2 = 9, juvenile 3 = 6 individuals, 17 males and 7 females) came from four behavioral databases already available by IDSS lab. In all cases they were performed focal with continuous or instantaneous records of the behavior of the animals. A total of 12 macro categories were compared and 203.57 observation hours of juvenile behaviors were analyzed. Our results pointed out significant differences between venues in the pattern of eating behaviors, social positive, social negative, inactivity, self-directed BPIS and scratching. We found higher (though not significant) rates of BPIS in more restricted environments. Moreover, juveniles in zoos and animals spent more time inactive and less involved in social interactions. This suggests that environmental restraint seems to cause less stress in juveniles than in adults. However, this type of venue may be detrimental to the practice of skills such as food handling behaviors and social interactions.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/4495
Other Identifiers: 2013086285
Appears in Collections:Ciências Biológicas (bacharelado)

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