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dc.contributor.advisorMasset, Kalina Veruska da Silva Bezerra-
dc.contributor.authorFrança, Marcos Cavalcante-
dc.date.accessioned2017-07-05T20:01:54Z-
dc.date.available2017-07-05T20:01:54Z-
dc.date.issued2017-06-23-
dc.identifier2013084718pr_BR
dc.identifier.citationFRANÇA, Marcos Cavalcante de. Nível de autoestima e percepção da imagem corporal em homens praticantes de diferentes treinamentos contra a resistência.2017. 34f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física)-Departamento de Educação Física. Centro de Ciências da Saúde. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Natal, 2017.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/4310-
dc.description.abstractLe vigorexia exprime une perte de la perception réelle de l'image corporelle (IC) et est souvent perçue dans l'obsession pour l’hypertrophie musculaire et dans la pratique des exercices de déplacement de poids. Par conséquent, l'objectif de cette étude est d'analyser le niveau de autoestime, la perception et la satisfaction de l’IC chez les participants de différents types d’entraînement selon l'âge et le niveau de muscularité. L'échantillon était composé de 103 hommes de 20 à 36 ans, divisée en deux groupes: les culturistes et CrossFit (53) et de entraînement fonctionnelle et la pratique de la méthode Pilates (50) et en groupes. A = âge de 20 à 25 ans (31); B = 26 à 30 (41), et C = A partir de 31 à 36 ans (31). L'estime de soi a été mesurée par le questionnaire Rosenberg (1965) et l'image corporelle par l'échelle de Lima et al (2008). Les données ont été traitées par pourcentages, l’ANOVA pour la comparaison et le niveau de signification fixé à p <0,05. Les résultats ont montré une mauvaise estime de soi de 42,6% des participants pour le groupe M et CF (P <0,037) mais aucune différence significative entre les âges. Le groupe M et CF a montré des niveaux plus élevés d'insatisfaction (p <0,012) ainsi que les plus jeunes (p <0,015). Le groupe général a montré que 78,15% de l'échantillon ont démontré un niveau de paerception de l’IC sousestimant le plus pour le groupe M e CF (p <0,038), ainsi que les groupes de plus fort muscularité (p <0,0011). Il semble donc que ces résultats montrent des signes inquiétants, car elle renforce la prise en charge de la tendance de développement avec vigorexie.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectautoestimapr_BR
dc.subjectpercepção da imagem corporalpr_BR
dc.subjectsatisfação da imagem corporalpr_BR
dc.subjecttreinamento contra resistênciapr_BR
dc.titleNível de autoestima e percepção da imagem corporal em homens praticantes de diferentes treinamentos contra a resistência.pr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Masset, Kalina Veruska da Silva Bezerra-
dc.contributor.referees2Silva, Leandro Medeiros da-
dc.description.resumoA vigorexia expressa uma perda de percepção real da imagem corporal (IC) é frequentemente percebida na obsessão por maior hipertrofia muscular e compulsão por práticas de exercícios de levantamento de peso. Para tanto, o objetivo do presente trabalho é analisar o nível de autestima, percepção e satisfação com a IC de homens praticantes de diferentes tipos de treinamentos contra a resistência de acordo com a idade e o nível de muscularidade. A amostra foi composta de 103 homens de 20 a 36 anos e divididos em dois grupos: praticantes de musculação e crossfit (53) e praticantes de treinamento funcional e pilates (50) e em grupos etários: A=20 a 25 anos (31); B=de 26 a 30 anos (41) e C= de 31 a 36 anos (31). A autoestima foi medida pelo questionário de Rosenberg (1965) e a imagem corporal pela escala de Lima et al (2008). Os dados foram tratados por grupamentos percentuais e pelo teste ANOVA para comparação e nível de significância para p< 0,05. Nos resultados a autoestima se apresentou insatisfatória para 42,6% dos participantes para o grupo M e CF (p< 0,037) porém sem diferença significativa entre as faixas etárias. O grupo M e CF mostrou níveis de insatisfação mais altos (p< 0,012), assim como os mais jovens (p<0,015). O grupo geral apresentou 78,15% da amostra com nível de percepção da IC, com M e CF subestimando mais (p<0,038) assim como os grupos com muscularidade mais fortes (p< 0,0011). Constata-se portanto que esses resultados demostram sinais preocupantes pois reforça o cuidado com a tendência de desenvolvimento com a vigorexia.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentEducação Físicapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqCiências da Saúdepr_BR
dc.contributor.referees3Nascimento, Maria Helena do-
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