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dc.contributor.advisorPanoso, Renata-
dc.contributor.authorVanderley, Rayane Fernandes-
dc.date.accessioned2016-12-22T14:14:11Z-
dc.date.available2016-12-22T14:14:11Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier2011030905pr_BR
dc.identifier.citationVANDERLEY, Rayane Fernandes. Efeito do Ácido Ocadáico tratado com pulso ultravioleta no fitoplâncton usando o teste miniaturizado modificado. 2016. 22 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ecologia)- Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/3390-
dc.description.abstractOkadaic acid (OA) is a biotoxin produced by dinoflagellate from two genera Dinophysis and Prorocentrum. It is easily accumulated in filter feeding leading to Diarrhetic shellfish poisoning (DSP) in humans. The symptoms include diarrehetic, nausea, vomiting, abdominal pain and possible dehydration. Shellfish with OA toxins levels exceed 160 mg/kg cannot be marked in European countries (Regulation (CE) no 853/2004) representing an impact in European Aquaculture. Pulse UV (PUV) technology is often used for germicidal propose. However, the use for toxin degradation is not well described in literature. Our hypothesis is, the expose to PUV would degraded OA reducing its toxicity. Efficient methodologies are even more required nowadays, in order to maximise higher throughput toxicity. Pseudokirchneriella subcapitata algal test is frequently used in a multi trophic test battery. The classic algal phytotoxicity flask assay (ISO 8692:2012) requires large amount of glassware and chemicals. The miniaturization of phyto-toxicity test was modified to replace the classic test, using 96 microwell plates instead of Erlenmeyer flasks. The advantages of miniaturization include less space, faster results, automation using a plate counter and reduced volumes of expensive analytes, as OA. In this project we assessed the effect of Okadaic Acid treated with PUV on Pseudokirchneriella subcapitata using the miniaturized test. We concluded that the miniaturized and classic test are efficient. The miniaturized could replace the classic based on the advantages and the effect of PUV on OA was not observed in this workpr_BR
dc.languageen_USpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectPseudokirchneriella subcapitatapr_BR
dc.subjectPseudokirchneriella subcapitatapr_BR
dc.subjectAlga biotestepr_BR
dc.subjectAlgal bioassaypr_BR
dc.subjectÁcido okadáicopr_BR
dc.subjectOkadaic acidpr_BR
dc.titleEfeito do Ácido Ocadáico tratado com pulso ultravioleta no fitoplâncton usando o teste miniaturizado modificadopr_BR
dc.title.alternativeEffect of Okadaic Acid treated with pulse ultraviolet in phytoplankton using a modified miniaturized testpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Attayde, José-
dc.contributor.referees2Amaral, Mariana Rodrigues-
dc.description.resumoÁcido Okadáico (OA) é uma biotoxina produzida por dinoflagelados de dois gêneros, Dinophysis e Prorocentrum. Acumula-se facilmente em filtradores causando envenenamento diarréico por moluscos (EDM) em humanos. Os sintomas incluem diarreia, náusea, vomito, dor abdominal e possível desidratação. Moluscos com níveis de OA superiores a 160 mg/kg não podem ser comercializados em países Europeus (Regulamento (CE) no 853/2004). Representando um forte impacto economico na aquicultura. O Pulso ultravioleta (PUV) é frequentemente utilizado para efeitos germicidas, no entanto seu uso para degradação de toxinas é pouco relatado na literatura. Nossa hipótese, é que a exposição ao PUV irá degradar o OA, reduzindo sua toxicidade. Técnicas eficientes são cada vez mais necessárias, em ordem de maximizar os resultados dos testes de toxicidade. Pseudokirchneriella subcapitata bioteste é frequentemente usado em testes multi tróficos. O clássico alga bioteste descrito no (ISO 8692:2012), entretanto, requer grandes quantidades de vidraria e substâncias. Por isso, um teste miniaturizado foi desenvolvido para substituir o ensaio clássico, usando-se 96 microplacas ao invés de frascos de erlenmyer. As vantagens da miniaturização incluem menos espaço, resultados mais rápidos e automatização, pois utiliza um leitor de placas e reduz o volume de substâncias caras, como o OA. Neste trabalho, testamos o teste miniaturizado para acessar o efeito do ácido okadáico tratado com PUV em Pseudokirchneriella subcapitata. Nossos resultados demonstram que, o teste miniaturizado e clássico alcançaram coeficientes de correlação maiores que 94% para cromato de potássio e 3,5- Diclorofenol (r2 =0.9797 e 0.9455, respectivamente). Concluímos, que o teste miniaturizado é tão eficiente quanto o clássico, podendo ser usado como substituto devido as vantagens apresentadas. OA inibiu o crescimento de P. subcapitata no entanto, em relação ao PUV, o seu efeito não foi estaticamente significante.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentEcologiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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