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dc.contributor.authorPereira, Karen Mylenna Lustosa-
dc.date.accessioned2016-12-22T13:58:54Z-
dc.date.available2016-12-22T13:58:54Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier2012911734pr_BR
dc.identifier.citationPEREIRA, Karen Mylenna Lustosa. Modelo murino - Plasmodium berghei para estudos em malária experimental. 2016. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina)- Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/3389-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectMaláriapr_BR
dc.subjectMalariapr_BR
dc.subjectModelo animalpr_BR
dc.subjectAnimal modelpr_BR
dc.subjectPlasmodium sp.pr_BR
dc.subjectPlasmodium sppr_BR
dc.titleModelo murino - Plasmodium berghei para estudos em malária experimentalpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Souza, Maria de Fátima-
dc.contributor.referees2Uchoa, Adriana Ferreira-
dc.description.resumoA malária é uma doença que apresenta um caráter infeccioso agudo, com picos febris, e possui como agente etiológico protozoários do gênero Plasmodium. Segundo dados da OMS, em 2015 ocorreram 214 milhões de casos em todo o mundo, que acarretaram 438.000 mortes. Dessas mortes, 90% ocorreram na África Subsaariana, e setenta e oito por cento dos óbitos são de crianças com menos de cinco anos de idade. O modelo animal passou a ser utilizado nos estudos de malária grave devido a dificuldades no acompanhamento de casos de malária cerebral humana, assim como a limitação no que concerne na analise dos processos patológicos. O Plasmodium berghei ANKA é utilizado em grande parte dos estudos que tratam da malária cerebral, buscando entender a cadeia complexa de interação parasito-hospedeiro, e as formas de contornar a gravidade gerada nas complicações da doença. O LABMAT trabalha com as cepas NK65 e ANKA do Plasmodium berghei, e as manutenções de infecção são feitas semanalmente utilizando camundongos Swiss. É observado por meio de esfregaços as formas parasitarias, assim como é determinado a parasitemia e a mortalidade dos animais infectados com as duas cepas. Esses animais podem vir a ser utilizados em posteriores estudos envolvendo a doença. Com esse entendimento, é possível chegar à produção de formas de combate ao parasito, seja por meio de desenvolvimento de fármacos eficazes no tratamento de indivíduos contaminados, seja no desenvolvimento de vacinas que podem, não somente gerar uma imunidade duradora, mas também interromper o ciclo biológico do parasito.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentBiomedicinapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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