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dc.contributor.advisorSouza, Vanessa Patrícia Soares de-
dc.contributor.authorSilva, Andreza Morais da-
dc.date.accessioned2016-12-22T12:30:50Z-
dc.date.available2016-12-22T12:30:50Z-
dc.date.issued2016-12-01-
dc.identifier2012945859pr_BR
dc.identifier.citationSILVA, Andreza Morais da. Influência da qualidade de vida sobre a função sexual de mulheres grávidas. 2016. 68f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/3377-
dc.description.abstractIntroduction: Changes from the gestational period and culminating with changes in the sexual function (FS) of the pregnant woman. Since a sexuality recognized by who as one of the pillars in quality of life (QL), it is possible to have a relationship between FS and QL. Objective: To analyze an influence of quality of life on the sexual function of pregnant women. Methods: The comparative, comparative, cross - sectional study was carried out in April 2013 and counted with 207 pregnant women living in. Sociodemographic, obstetric and sexual function data were evaluated. Female Sexual Function Index (FSFI) and Ferrans and Powers of Quality Index of Life (QLI). Descriptive and inferential statistical data (Kolmogorov-Smirnov test, Mann-Whitney test and Binary Logistic Regression) were analyzed. Variables included in the presented model P <0.10. The significance level adopted for P <0.05. Results: The median age was 30 years. 53.6% of the pregnant women in higher education and 40.1% -presented family income above 4 minimum wages. It was observed that 35.7% of the volunteers had sexual dysfunction. The domain "desire", to make FSFI, had less value. Pregnant women without sexual dysfunction had a better quality of life (P = 0.040), related to socioeconomic (P = 0.001) and psychological and spiritual domains (P = 0.019). However, the logistic regression model indicated that only the socioeconomic domain influenced sexual dysfunction or not (Wald = 14.31 | P = 0.01 | OR = 1.76). Conclusion: A better socioeconomic-related quality of life is a risk factor for the development of sexual dysfunction in pregnant women.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectsexualidade, gestação, qualidade de vida.pr_BR
dc.subjectsexuality, gestation, quality of life.pr_BR
dc.titleInfluência da qualidade de vida sobre a função sexual de mulheres grávidaspr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.advisor-co1Ingrid Fonsêca Damasceno Bezerra, Elizabel de Souza Ramalho Vianapr_BR
dc.contributor.referees1Souza, Vanessa Patrícia Soares-
dc.contributor.referees2Bezerra, Ingrid Fonsêca Damasceno-
dc.description.resumoIntrodução: Alterações decorrentes do período gestacional podem culminar com mudanças na função sexual (FS) da gestante. Visto que a sexualidade é reconhecida pela OMS como um dos pilares na qualidade de vida (QV), é possível haver relação entre FS e QV. Objetivo: Analisar a influência da qualidade de vida sobre a função sexual de mulheres grávidas. Métodos: O estudo analítico, comparativo, transversal, realizado de abril de 2013 a setembro de 2016, contou com 207 gestantes, residentes na grande Natal/RN. Avaliaram-se dados sociodemográficos, obstétricos e da função sexual. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Índice de função sexual feminina (FSFI) e Índice de qualidade de vida de Ferrans e Powers (IQVFP). Analisaram-se os dados pela estatística descritiva e inferencial (teste de Kolmogorov-Smirnov, teste de Mann-Whitney e Regressão Logística Binária). Variáveis incluídas no modelo apresentaram P<0,10. O nível de significância adotado foi de P<0,05. Resultados: A mediana da idade foi de 30 anos. 53,6% das gestantes tinham ensino superior e 40,1% apresentavam renda familiar acima de 4 salários mínimos. Observou-se que 35,7% das voluntárias apresentou disfunção sexual. O domínio “desejo”, do FSFI, teve menor valor. Gestantes sem disfunção sexual apresentaram melhor qualidade de vida (P=0,040), relacionada aos domínios: socioeconômico (P=0,001) e psicológico e espiritual (P=0,019). Entretanto, o modelo de regressão logística indicou que, apenas, o domínio socioeconômico influenciou significativamente ter ou não disfunção sexual (Wald = 14,31 | P = 0,01 | OR = 1,76). Conclusão: A melhor qualidade vida, relacionada a aspectos socioeconômicos, é um fator de risco para o desenvolvimento de disfunção sexual em gestantes.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.contributor.referees3Oliveira, Maria Clara-
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