Please use this identifier to cite or link to this item: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/3121
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSantanna, Vanessa-
dc.contributor.authorCâmara, Bárbara-
dc.date.accessioned2016-12-09T12:22:49Z-
dc.date.available2016-12-09T12:22:49Z-
dc.date.issued2016-12-06-
dc.identifier2015008887pr_BR
dc.identifier.citationCÂMARA, Bárbara Dayane de Araújo. Estudo de Tensoativos Não Iônicos na Extração de Parafina de Cascalho de Perfuração. 2016. 67 f. TCC (Graduação) - Curso de Engenharia de Petróleo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/3121-
dc.description.abstractIn the process of drilling oil wells, a fluid is used to control hydrostatic pressure, cool the drill bit, clean the bottom of the well and to remove rock fragments - also called drill cuttings - generated during the operation. When the drill cuttings come in contact with this fluid, which is usually oil-based, it generates a solid-liquid mixture, which in turn, ends up causing the cuttings to be contaminated. And, being a waste generated in large quantity, can bring serious consequences to the environment, if discarded without previous treatment. The Brazilian Association of Technical Standards (ABNT) has a standard, NBR 10004:2004, responsible for distinguishing through classes and, consequently, establishing solid waste that can or can not be discarded in the environment without causing environmental impacts. Solid wastes may be classified as: Class I (hazardous) or Class II (nonhazardous). In this context, the present work provides an innovative alternative to treat drill cuttings, which is classified as a Class I waste (Abreu & Souza, 2005). Exploratory tests were performed using microemulsions, composed by a non-ionic surfactant, UNTL-90, to promote the removal of contaminants, in particular n-paraffin. Initially, the paraffin concentration was determined using the infrared method, in samples previously extracted with ultrasound, a paraffin concentration in the range of 15.03 to 42.04 grams/ kg of drill cuttings was obtained. The results obtained were quite distorted, but indicated the use of this technology as a promising alternative for the decontamination of the cuttings. The cuttings samples used for the study were provided by Petrobras from wells located in Alto do Rodrigues - RN.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectCascalho de perfuraçãopr_BR
dc.subjectResíduo sólidopr_BR
dc.subjectMicroemulsãopr_BR
dc.subjectExtração sólido-liquidopr_BR
dc.subjectBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçãopr_BR
dc.subjectUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.titleEstudo de Tensoativos Não Iônicos na Extração de Parafina de Cascalho de Perfuraçãopr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.advisor-co1Daniel Nobre Nunes da Silvapr_BR
dc.contributor.referees2Duarte, Lindemberg-
dc.description.resumoNo processo de perfuração de poços de petróleo utiliza-se um fluido para controlara pressão hidrostática, resfriar a broca, limpar o fundo do poço e remover os fragmentos de rochas – também chamados de cascalho de perfuração – gerados durante a operação. Quando os cascalhos de perfuração entram em contato com esse fluido, geralmente é a base de óleo, gera uma mistura sólido-líquido, que por sua vez, acaba fazendo com que o cascalho seja contaminado. E, por ser um resíduo gerado em grande quantidade podem trazer graves consequências ao meio ambiente, se for descartado sem tratamento prévio. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui uma norma, NBR 10004:2004, responsável por distinguir através de classes e, consequentemente, estabelecer os resíduos sólidos que podem ou não ser descartados no meio ambiente sem provocar impactos ambientais. Os resíduos sólidos podem ser classificados em: classe I (perigosos) ou classe II (não perigosos). Nesse contexto, o presente trabalho trazuma inovadora alternativa para tratar o cascalho de perfuração, que é classificado como resíduo classe I (Abreu & Souza, 2005). Ensaios exploratórios foramrealizados utilizando microemulsões, composta por um tensoativo não iônico, o UNTL-90, para promover a remoção de contaminante, em destaque a n-parafina. Inicialmente, determinou-se a concentração de parafina utilizando o método de infravermelho, em amostras previamente extraídas com ultrassom, obteve-se uma concentração de parafina na faixa de 15,03 a 42,04 gramas/ kg de cascalho. Os resultados obtidos foram bastante distorcidos, mas indicaram que uso dessa tecnologia como uma alternativa promissora para a descontaminação do cascalho. As amostras de cascalho utilizadas para estudo foram disponibilizadas pela Petrobras provenientes de poços localizados em Alto do Rodrigues – RN.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentEngenharia de Petróleopr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqEngenharia de Petróleopr_BR
dc.contributor.referees3Silva, Daniel-
Appears in Collections:Engenharia de Petróleo

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
TCC - 2016 2 - BÁRBARA DAYANE DE ARAÚJO CÂMARA.pdf1.61 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons