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Title: Estimativa de risco cardiovascular e consumo dietético de pacientes com síndrome metabólica
Authors: Cassemiro, Mirna Gabrielle Gomes
Keywords: síndrome metabólica, risco cardiovascular, dieta.;Metabolic syndrome, cardiovascular risk, diet.
Issue Date: 16-Nov-2016
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: CASSEMIRO, Mirna Gabrielle Gomes. Estimativa de risco cardiovascular e consumo dietético de pacientes com síndrome metabólica. 2016. 54f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição) - Departamento de Nutrição, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, 2016.
Portuguese Abstract: A síndrome metabólica (SM) agrupa em um mesmo indivíduo um conjunto de anormalidades metabólicas com impacto no desenvolvimento das doenças cardiovasculares (DCVs). O objetivo deste trabalho foi identificar o risco cardiovascular (RCV), com base em diferentes escores e o consumo dietético de pacientes com SM. Foi realizado um estudo transversal com 85 indivíduos adultos e idosos de ambos os sexos portadores de SM, segundo critérios do National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel III (NCEP-ATP III), atendidos no Ambulatório de Endocrinologia do Hospital Onofre Lopes. Foi realizada aferição da pressão arterial, análises bioquímicas de perfil lipídico e glicêmico, assim como a avaliação antropométrica e hábitos de vida. O RCV foi avaliado por meio dos escore de risco de Framingham (ERF), escore de risco global (ERG) e risco pelo tempo de vida (RTV). Foi avaliado o consumo de energia, macronutrientes e fibra, a partir dos dados coletados pelo recordatório 24h. Os resultados demonstraram que a idade dos pacientes variou de 20-76 anos, aproximadamente, com média de 48(10) para o sexo masculino e 51(12) para o sexo feminino, sem diferença significativa entre os sexos (p>0,05). Observou-se que a maioria dos pacientes eram do sexo feminino (72%), não fumantes (62,5% masculino e 73,8% feminino), identificando-se diferença estatística significativa para o consumo de álcool entre os sexos (p<0,001), com maior frequência de uso de álcool no sexo masculino. A maioria dos pacientes com SM foram considerados ativos (37,5% do sexo masculino e 55,7% do sexo feminino). Na avaliação pelos ER, tanto no ERF quanto no RCG, existiu diferença estatisticamente significativa entre os sexos (ambos p<0,001). Pelo ERF, verificou-se 88,5% das pacientes do sexo feminino classificadas em baixo risco, enquanto que no sexo masculino foi identificado 16,7% com alto risco. Pelo RTV não houve diferença estatística significativa entre os sexos, porém foi observado que o sexo feminino apresentou percentual de risco elevado de 45,9%, e o sexo masculino 41,7% de risco não alto. O consumo alimentar mostrou que as dietas, em média, foram caracterizadas como hiperproteica, normoglicídica e normolipídica com baixo consumo de fibras. Houve diferenças significativas para o consumo de gordura total, assim como de AGPI, AGMI (p>0,005) maiores no sexo masculino e colesterol maior que o recomendado (<300mg/dia). Em conclusão, o sexo feminino mostrou estar em maior parte no grupo de risco, principalmente acima de 45 anos, comprovando o aumento do RCV com o avançar da idade. O consumo inadequado de ácidos graxos e a baixa ingestão de fibra podem ser fatores que potencializam o RCV. Os resultados obtidos reiteram a importância da avaliação do RCV, para diminuição de suas complicações, assim como o impacto sobre a mortalidade.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2975
Other Identifiers: 2012955612
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