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dc.contributor.advisorCosta, Iris do Céu Clara-
dc.contributor.authorMonteiro, Luiz Paulo de Amorim-
dc.date.accessioned2016-10-06T13:58:11Z-
dc.date.available2016-10-06T13:58:11Z-
dc.date.issued2015-12-04-
dc.identifier2011034655pr_BR
dc.identifier.citationMONTEIRO, Luiz Paulo de Amorim. O conhecimento dos deficientes visuais do ierc-rn em relação à saúde bucal. 2015. Monografia (Graduação) - Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2912-
dc.description.abstractEyesight is one of the main ways of interacting with the world. Due to this deficiency, visually impaired people develop compensatory mechanisms in other forms such as olfaction, tact, hearing and proprioception. This work investigated the level of knowledge in dental care from 33 visually impaired enrolled at Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte (IERC-RN) and understood experiences these people had during dental treatment. It is a transversal, quantitative-qualitative study that used interviews. The data collected from the open questions provided a corpus processed by IRAMUTEQ software. Thus, this software categorized the data through hierarchical classification descending on six separate classes. In the classes, questions such as accessibility, nervousness, and anxiety emerged. The analysis of similitude and the cloud of words, both generated by the software, made possible to perceive the main expressions used, difficulties, as well as the connections with dental care and the dental treatment office. The answer to the closed questions revealed that most of the interviewees believe teeth do not last forever; 90% brush their teeth twice or more times a day using specifically a toothbrush and toothpaste; they use dental floss as a secondary procedure. Misconceptions might be surpassed by having them accessing information, creation of educational material directed to this clientele to face their anxieties and stimulating their self-dental care. Simultaneously, the dental care team must be prepared for the assistance to this clientele for patients with special needs demand different skills, much sensitiveness and adequate professional knowledge.pr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectSaúde bucalpr_BR
dc.subjectPessoas com deficiências visuaispr_BR
dc.subjectOdontologia preventivapr_BR
dc.titleO conhecimento dos deficientes visuais do ierc-rn em relação à saúde bucalpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Ribeiro, Iramara Lima-
dc.contributor.referees2Júnior, Antônio Medeiros-
dc.description.resumoA visão é uma das principais maneiras de interagir com o mundo. Em função desse déficit, os deficientes visuais desenvolvem mecanismo compensatório noutros sentidos como olfato, tato, audição e propriocepção. Este trabalho investigou o nível de conhecimento em saúde bucal de 33 deficientes visuais matriculados no Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte (IERC-RN), conhecendo experiências que essas pessoas vivenciaram durante atendimento odontológico. Trata-se de estudo transversal, quanti-qualitativo usando entrevista. O material textual obtido pelas perguntas abertas gerou um corpus processado pelo Software IRAMUTEQ. Nesse contexto, o IRAMUTEQ categorizou o corpus através da classificação hierárquica descendente em seis classes distintas. Nas classes emergiram temas como acessibilidade, nervosismo e ansiedade no atendimento odontológico. A análise de similitude e a nuvem de palavras, também geradas pelo software possibilitaram perceber as principais expressões utilizadas, suas dificuldades, além de conexões com a saúde bucal e o ambiente odontológico. As respostas das perguntas fechadas revelaram que a maioria dos entrevistados acredita que os dentes não duram para sempre, 90,09% escovam os dentes duas ou mais vezes por dia, utilizando principalmente escova e pasta, deixando o fio dental em segundo plano. Equívocos no conhecimento poderão ser superados pelo acesso a informação, criação de materiais educativos direcionados a essa clientela para enfrentamento das suas ansiedades e estímulo ao autocuidado. Paralelamente, a equipe de saúde bucal deve se preparar/capacitar para o atendimento desse segmento, pois pacientes com necessidades especiais exigem habilidades diferenciadas, muita sensibilidade e conhecimento profissional adequado.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
Appears in Collections:Odontologia

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[2015] O CONHECIMENTO DOS DEFICIENTES VISUAIS DO IERC-RN EM RELAÇÃO À SAÚDE BUCAL.pdfTrabalho de conclusão de curso - odontologia 2015.22.09 MBAdobe PDFThumbnail
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