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dc.contributor.advisorMedeiros, Karina Carla de Paula-
dc.contributor.authorMedeiros, Matheus Anselmo-
dc.date.accessioned2016-08-17T14:18:13Z-
dc.date.available2016-08-17T14:18:13Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier2012955550pr_BR
dc.identifier.citationMEDEIROS, Matheus Anselmo. Efeito da suplementação de creatina em ratos diabéticos induzidos por estreptozotocina. 2016. 40f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição) - Departamento de Nutrição, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, 2016.-
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2793-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectDiabetes Mellituspr_BR
dc.subjectCreatinapr_BR
dc.subjectMorfologiapr_BR
dc.subjectRimpr_BR
dc.subjectPâncreaspr_BR
dc.titleEfeito da suplementação de creatina em ratos diabéticos induzidos por estreptozotocinapr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.advisor-co1Karine Cavalcanti Mauricio de Sena Evangelistapr_BR
dc.description.resumoIntrodução: O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica crônica caracterizada pela presença de hiperglicemia secundária a redução dos níveis de insulina circulante. Muitos estudos buscam terapias alternativas ou complementares para reduzir os efeitos colaterais da insulinoterapia, utilizada como tratamento padrão na DM. A creatina é um suplemento alimentar que vem sendo alvo de pesquisas em várias doenças, com ampla possibilidade de aplicações clínicas. Estudos mostram o efeito da creatina no aumento da captação de glicose devido causar elevação na expressão de receptores GLUT-4 em desordens metabólicas como o diabetes mellitus tipo 2, no entanto, não há estudos que relatem o efeito da creatina no diabetes mellitus tipo 1. Objetivo: avaliar o efeito da suplementação de creatina em ratos diabéticos induzidos por estreptozotocina. Métodos: Foram utilizadas 32 ratas Wistar separadas em 3 grupos: (C) controle (n=8), (D) diabéticos (n=12), e (DCr) diabéticos tratados com creatina (n=12). Os grupos D e DCr receberam dose única de estreptozotocina (40 mg/kg i.p.). A suplementação de creatina foi oferecida de forma oral por meio da ração, sendo dividida em 2 fases: a saturação (13% de creatina) por 5 dias e a manutenção (2% de creatina) por 35 dias. Logo após, foi realizada avaliação clínica, bioquímica e morfológica do pâncreas e rim. Resultados: O uso da creatina foi capaz de controlar de forma significativa a perda de peso e a polidipsia observada nos animais diabéticos. Nas análises bioquímicas, a suplementação com creatina foi eficaz na redução da hiperglicemia e uremia, bem como aumentar os níveis de TGP; e quando partimos para a avaliação morfológica do pâncreas, órgão alvo na DM, foi observado uma atrofia das ilhotas pancreática nos animais D e a creatina foi capaz de restaurar a atrofia desta estrutura. Os rins dos animais diabéticos estavam visivelmente lesionados, e apesar de notarmos uma melhora no grupo DCr, esta não foi perceptível na análise por score. Conclusão: A suplementação com creatina foi capaz de reduzir a hiperglicemia clássica da DM induzida por STZ levando a uma melhora de características deletérias da DM tanto do ponto de vista clínico, como nos resultados bioquímicos e morfológicos do pâncreas e rim, considerando, desta forma, a creatina um produto promissor para futuras aplicações clínicas associadas ou não com outras terapias.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentNutriçãopr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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