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Title: Estimativa do consumo alimentar de vitamina A de mulheres atendidas para o parto em rede pública e privada
Authors: Pessanha, Luanna Costa
Keywords: Retinol; Puérperas; Ingestão alimentar; Redes de Saúde.;Dietary Reference Intakes (DRI)
Issue Date: 30-May-2016
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: PESSANHA, Luanna Costa. Estimativa do consumo alimentar de vitamina A de mulheres atendidas para o parto em rede pública e privada. 2016. 51f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição)-Departamento de Nutrição, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN, 2016.
Portuguese Abstract: Estimativa do consumo alimentar de vitamina A de mulheres atendidas para o parto em rede pública e privada. OBJETIVO: Estimar e comparar o consumo alimentar de vitamina A em mulheres admitidas para o parto em maternidades do serviço público e privado da cidade de Natal (RN). MÉTODOS: O estudo foi do tipo transversal, realizado com puérperas assistidas em cinco maternidades do município de Natal (três públicas e duas privadas), das quais foram coletados dados dietéticos através de um Questionário de Frequência do Consumo Alimentar (QFCA) para estimar o consumo alimentar de vitamina A no último trimestre da gestação. A estimativa do consumo alimentar de vitamina A foi realizada através do software AVANUTRI 4.0. Os valores de vitamina A foram comparados com a Estimated Average Requerement, indicador do consumo recomendado para estudos populacionais. Para análise estatística dos dados foi utilizado o programa BioEstat 5.3. O consumo alimentar geral de vitamina A foi analisado pelo teste t de Student com nível de significância de 5%. Posteriormente, este consumo foi subdividido de acordo com sua fonte, de origem animal e de origem vegetal, e aplicado o teste de Hotelling, para análise multivariada. RESULTADOS: A maioria das parturientes provenientes do serviço público possuía renda inferior ou igual a um salário mínimo (80,65%), e segundo grau completo (35,48%). Já no serviço privado, a maioria tinha renda até um salário mínimo (43,24%) e graduação completa (43,24%). Em relação ao conhecimento acerca dos alimentos fontes e importância da vitamina A cerca de 75,81% das participantes do serviço público e 43,24% das participantes do serviço privado declararam não possuir informação. Os valores medianos da estimativa do consumo alimentar de vitamina A nas parturientes das maternidades públicas e privadas foram 839,0 ± 566,1 µgRAE e 1337,7 ± 967,7 µgRAE, respectivamente. O teste t de Student demonstrou haver diferença significante (p=0,0005) entre os grupos avaliados. Uma vez separado as fontes alimentares de vitamina A entre animal e vegetal, obteve-se como média na maternidade pública 373,70 ± 376,09 µgRAE e 465,34 ± 422,31 µgRAE, respectivamente. Da mesma forma para maternidade privada obteve-se 597,1 ± 480,80 e 740,6 ± 486,92 proveniente de fonte animal e vegetal, respectivamente. Ao realizar a análise multivariada, teste de Hotelling, não houve diferença estatisticamente significante (p=0,9991). CONCLUSÃO: O consumo alimentar de vitamina A está adequado de acordo com a recomendação proposta para ambos os grupos estudados, porém as mulheres do serviço privado tem um consumo mais elevado que as do serviço público.
Abstract: Vitamin A estimate diet of women who received labour treatment in the private and public health services. PURPOSE: To estimate and compare Vitamin A diet of women in labour, who received treatment in both the public and private health services of Natal (RN). METHODS: The study was the transversal type, on mothers who received treatment in 5 hospitals of Natal (three public and two private), in which dietary data was collected through a Frequency of Food Diet Report (QFCA) to estimate the Vitamin A diet in the last trimester gestation. The estimate was made through a software called AVANUTRI 4.0. The values were compared to the Estimated Average Requirement, which is recommended to populational studies. For statistical data analysis, the program BioEstat 5.3 was the one used. The general consumption of Vitamin A was analysed by the test t of Student test with significance level of 5%. Later, this consumption was divided according to its source, animal or vegetal, and the Hotelling test was applied, to multivariate analysis. RESULTS: The major part of the mothers who received treatment in the public service had an income inferior or equal to the minimum wage (80,65%), and high school completed (35,48%). In the private service, the major part had and income up to the minimum wage (43,24%) and complete graduation (43,24%). Concerning the knowledge involving food sources and the importance of Vitamin A, 75,81% of the participants of the public service and 43,24% of the participants of the private service declared to have no knowledge in the matter. The median values of the estimate vitamin A in public and private maternity hospital were 839,0 ± 566,1 µgRAE and 1337,7 ± 967,7 µgRAE, respectively. The t of Student test showed significant difference (p=0,0005) in the researched groups. Once the food sources were separated, in animal or vegetal, the study showed 373,70 ± 376,09 µgRAE and 465,34 ± 422,31 µgRAE, respectively, for the public hospitals. In the same way, in the private hospitals the study showed 597,1 ± 480,80 and 740,6 ± 486,92 from animal and vegetal sources, respectively. Doing the multivariate analysis, Hotelling test, there was no significant difference (p=0,9991). CONCLUSION: The Vitamin A consumption is adequate according to the recommendation from both of the groups studied, but the mothers from the private service have higher levels of consumption than the women from the public service.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2786
Other Identifiers: 2010066839
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