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Title: A virtude da amizade na ética aristotélica
Authors: Alves, Francisca Gomes
Keywords: Aristóteles;Aristoteles;Ética;Ethic;Virtude;Virtue;Amizade;Friendship
Issue Date: 27-Jan-2015
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: ALVES, Francisca Gomes. A virtude da amizade na ética aristotélica. 2015. 33f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Curso de Filosofia, Departamento de Filosofia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015. CD-ROM.
Portuguese Abstract: A principal finalidade deste trabalho consiste em fazer-se uma abordagem acerca da amizade, tendo-se como referência o pensamento aristotélico expresso nos livros II e VIII da Ética a Nicômaco, por tratarem das virtudes e destas como forma de felicidade tida como o sumo bem. As opiniões aristotélicas sobre a ética correspondem à predominância do pensamento grego dos homens educados de sua época. Na “Ética a Nicômaco”, Aristóteles estabelece uma sistematização principiológica que deve nortear a regulamentação da conduta humana para o bem. Este bem, embora tendo muitas definições como o próprio Ser, é visto como felicidade, sendo uma atividade prazerosa da alma. Na definição de virtude, Aristóteles a distingue como sendo de duas espécies: a intelectual, resultante do ensino, e a moral, resultante do hábito. A partir de tal definição Aristóteles chega à doutrina do justo meio termo que medeia as virtudes entre dois extremos: o excesso e a deficiência, sendo ambas tidas como vícios. A ética aristotélica corresponde à convencionalmente aceita em sua época, portanto diferenciando-se da atualidade. Em relação à amizade Aristóteles opta por entender não existir uma única forma de amizade, as quais se constituem em diversos gêneros e vários significados os quais são diferentes entre si mesmos, porem relacionados de qualquer modo ao bem; principio este que origina a amizade segundo a virtude. Por fim, tem-se que a philia aristotélica apresenta-se como tendo duas dimensões que tem finalidade própria. Uma delas como parte integrante das virtudes éticas que tem como objetivo a perfeição de uma vida prática, ou seja uma vida que propicie o bem viver; a outra que tem por finalidade a perfeição da vida teorética em que consiste a verdadeira felicidade. Desse modo entende-se ser a philia um bem, tanto para a vida prática como para a vida contemplativa o que se torna possível ou mais facilitador pela existência de amigos.
Abstract: The main purpose of the present work is to do an approach about friendship being as a starting point of Aristotle thoughts expressed in the books II and VIII from Ethic to Nicomac, once they deal with virtues that mean happiness as a greater good. Aristotle's theories about ethics correspond to the predominance of Greek thoughts of the educated men of his time, related to property and family. In the “Nicomachean Ethics”, Aristotle establishes a systematization based on principles which should guide the regulation of human conduct for the good side. Even when this side has many others definitions as the own living, it is seen as happiness, being a pleasurable activity of the soul. In the definition of virtue, Aristotle distinguishes it in two kinds: an intellectual, resulting from education; and moral, resulting from habit. From this definition Aristotle comes up to the doctrine of fair half term that measured the virtues between two extremes: the excess and deficiency, both are regarded as vices. For Aristotle, moral corresponds to the conventionally accepted in his time, thus differentiating itself today. In relation to friendship, Aristotle chooses to understand that there is no just one single way to friendship, instead of this, it is constituted by distinct genres and various meanings that are different from themselves, although they are related in any way to the good; this principle by itself leads to friendship through virtue. Finally, it is known that Aristotle's notion about philia presents itself as having two dimensions that has its own intended purpose. One of them, is a component of ethical virtues which has as a goal the perfection of a practical life, meaning a life that provides us to live well. While, another one aims the perfection of theoretical life that constitutes true happiness. In this way, philia is considered as a good, not only for everyday life, but also for the contemplative life which becomes possible or easier by the existence of friends.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2290
Other Identifiers: 200700464
Appears in Collections:Filosofia (bacharelado)

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