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dc.contributor.advisorBarbosa, Alexandro-
dc.contributor.authorAssunção Júnior, Josemar Joaquim de-
dc.date.accessioned2016-04-15T13:47:50Z-
dc.date.available2016-04-15T13:47:50Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier2010014677pr_BR
dc.identifier.citationASSUNÇÃO JÚNIOR, Josemar Joaquim de. Financiamento do saneamento básico: uma análise dos custos dos empréstimos e das entidades financiadoras. 2014. 56f. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) – Departamento de Ciências Contábeis, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/2013-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectSaneamento básicopr_BR
dc.subjectFinanciamentopr_BR
dc.subjectCusto dos empréstimospr_BR
dc.titleFinanciamento do saneamento básico: uma análise dos custos dos empréstimos e das entidades financiadoraspr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Gomes, Anaílson Márcio-
dc.contributor.referees2Araújo Neto, Pedro Lopes de-
dc.description.resumoPara financiar suas atividades as companhias de saneamento básico utilizam bastantes recursos onerosos, sendo esses compostos basicamente por empréstimos e financiamentos. Nesse sentido, a pesquisa teve como objetivo principal identificar as instituições que mais financiaram o setor de saneamento básico no Brasil e medir o custo dos empréstimos por elas exigidos. Para isso, foi feita uma análise das notas explicativas de 42 empresas do setor de saneamento básico no período de 2009 a 2012 a fim de identificar a quantidade de recursos emprestados ao setor, quais instituições os emprestaram e quanto foi o custo dos empréstimos. Os resultados do trabalho revelaram a CEF, Governo e BID como as instituições que mais emprestaram dinheiro as empresas de saneamento básico. Em média, respectivamente, 29,24%, 18,53% e 13,39% do financiamento vieram dessas instituições. Embora a CEF tenha sido a que mais emprestou dinheiro, ela não foi a que teve o menor custo de empréstimos do período. O BID, JICA e o Eurobônus (as instituições estrangeiras analisadas) foram as que apresentaram menores custos de empréstimos. Os valores foram, respectivamente, 0.83%, 3.80%, 4.76%, contra 8.94% da CEF. Outra constatação importante foi que a maior parte dos recursos oriundos do exterior destinou-se a uma única empresa. A SABESP (maior empresa do setor) absorveu, em média, 79% dos empréstimos estrangeiros.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentCiências Contábeispr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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